

A
lista mais respeitada do cinema - Em todo tipo de atividade artística
são elaboradas listas dos melhores. O cinema é quem ganha de qualquer outro tipo de arte quando o
assunto se refere a listas. Jornais, revistas, instituições, clubes, todos
fazem suas enquetes. Até este blog faz também sua enquete mensal com a seção Top-Ten
Westerns, que já publicou as listas de 29 fãs de faroestes. Nenhuma
lista dos melhores filmes porém é mais respeitada e aguardada que a da revista
inglesa Sight & Sound, em parceria com o BFI (British Film Institute). A
principal diferença entre essa lista e as demais é que a enquete da Sight &
Sound é decenal, ou seja, apenas a cada dez anos a revista promove a enquete.
Outros diferenciais são a abrangência e transparência da enquete. Tudo começou
em 1952 quando a Sight & Sound solicitou a uma centena de críticos
especializados de diversos países que se manifestassem indicando os dez
melhores filmes até então produzidos em qualquer língua ou gênero. Esperou-se
longos dez anos para que ocorresse a nova enquete, em 1962, e a partir de então
cinéfilos do mundo inteiro a cada decênio conheciam os melhores filmes de todos
os tempos. E de década em década aumentava o número de participantes da enquete
e os críticos convidados sentem-se honrados em participar da mesma.
846 críticos de 73 países - Novos filmes surgem, bem como
novos críticos, o que faz com que a cada nova enquete ocorram alterações na
lista dos dez melhores filmes. Com o advento da Internet houve a expansão do
número de críticos votantes e na sétima edição da enquete. Mil críticos ou
cinéfilos reconhecidamente envolvidos com cinema foram convidados a participar
da edição de 2012, abrangendo 73 países diferentes. 846 dos convidados
responderam à enquete citando um total de 2.045 filmes diferentes que,
computados, resultaram na lista final desta sétima edição. Tudo de forma claríssima
pois os nomes dos votantes, bem como suas listas estão todas no site da revista
para consultas que são sempre uma saborosa curiosidade para cinéfilos. Os
critérios para a escolha ficam por conta do participante da enquete que podem
escolher os dez filmes por serem eles os mais importantes, ou os mais
representativos esteticamente, ou ainda os dez filmes que tiveram maior impacto
na história do cinema. Cada filme indicado conta um ponto, independente da
posição que ele ocupe em cada lista individual.
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Enzo Staiola e Lamberto Maggioranni |
1952 –
A primeira enquete - Antes de comentar a lista de 2012 é interessante o
leitor conhecer as seis listas anteriores publicadas desde 1952 para melhor
perceber as alterações ocorridas pela inclusão de novos filmes e de novos
críticos. Em 1952 a lista dos dez melhores filmes da história do cinema, segundo a
enquete da Sight & Sound, foi a seguinte:
1.º) Ladrões de Bicicletas (Ladri di Biciclette),
1948 – Vittorio De Sica
2.º) Luzes da Cidade (City Lights), 1931 –
Charles Chaplin
3.º) Em Busca do Ouro (The Gold Rush), 1925 -
Charles Chaplin
4.º) O Encouraçado Potemkin (Bronenosets
Potyomkin), 1925 – Sergei M. Eisenstein
5.º) Intolerância (Intolerance), 1916 – David W.
Griffith
6.º) A História de Louisiana (Louisiana Story),
1948 – Robert J. Flaherty
7.º) Ouro e Maldição (Greed), 1924 – Erich von
Stroheim
8.º) Trágico Amanhecer (Le Jour se Lève), 1938 –
Marcel Carné
9.º) A Paixão de Joana D’Arc (La Passion de Jeanne
D’Arc), 1928 –
Carl Theodor Dreyer
10.º) Desencanto (Brief Encounter), 1945 – David Lean
10.º)
A Regra do Jogo (La Règle Du Jeu), 1939 –
Jean Renoir
1962
– Surge Cidadão Kane - Chamou a atenção na lista de 1962 a
inclusão de “Cidadão Kane” no primeiro lugar como o filme mais votado, sendo
que esse filme de Orson Welles, produzido em 1941, sequer constou da lista
anterior.
1.º) Cidadão
Kane (Citizen Kane), 1941 – Orson Welles
2.º)
A Aventura (L’Avventura), 1960 –
Michelangelo Antonioni
3.º)
A Regra do Jogo (La Règle Du Jeu), 1939 –
Jean Renoir
4.º)
Ouro e Maldição (Greed), 1924 – Erich
von Stroheim
4.º) Contos da Lua Vaga (Ugetsu Monogatari), 1953 -
Kenji Mizoguchi
6.º) O Encouraçado Potemkin (Bronenosets
Potyomkin), 1925 – Sergei M. Eisenstein
7.º) Ladrões de Bicicletas (Ladri di Biciclette),
1948 – Vittorio De Sica
8.º)
Ivan, o Terrível (Ivan Groznyy), 1944 –
Serguei M. Eisenstein
9.º) A Terra Treme (La Terra Trema), 1948 - Luchino Visconti)
10.º) O
Atalante (L’Atalante), 1934 - Jean Vigo
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| "O Encouraçado Potemkin" |
1972 – “Kane”
é bicampeão - Orson Welles não só manteve o primeiro posto na enquete de 1972 como
também conquistou o oitavo lugar com “Soberba”, o filme que dirigiu após
“Cidadão Kane”.
1.º) Cidadão
Kane (Citizen Kane), 1941 – Orson Welles
2.º) A Regra do Jogo (La Règle Du Jeu), 1939
–
Jean Renoir
3.º)
O Encouraçado Potemkin (Bronenosets
Potyomkin), 1925 – Sergei M. Eisenstein
4.º) Fellini Oito e Meio (Fellini: 8½), 1963 –
Federico Fellini
5.º) A
Aventura (L’Avventura), 1960 – Michelangelo
Antonioni
5.º)
Persona (Persona), 1966 – Ingmar Bergman
7.º)
A Paixão de Joana D’Arc (La Passion
de Jeanne D’Arc), 1928 –
Carl Theodor
Dreyer
8.º) A General
(The General), 1926 - Buster Keaton
8.º) Soberba
(The Magnificent Ambersons), 1942 – Orson Welles
10.º)
Contos da Lua Vaga (Ugetsu Monogatari), 1953 - (Kenji Mizoguchi)
10.º)
Morangos Silvestres (Smultronstället), 1959 - Ingmar Bergman
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| Gene Kelly |
1982 – Um
musical e um faroeste - Duas novidades na lista de 1982: a presença de
um musical (“Cantando na Chuva”) e um western (“Rastros de Ódio”). Também
estreavam na enquete os diretores Alfred Hitchcock (“Um Corpo que Cai”) e Akira
Kurosawa (“Os Sete Samurais”). Repetiram-se os dois primeiros lugares da década
anterior.
1.º) Cidadão Kane (Citizen Kane), 1941 –
Orson Welles
2.º) A Regra do Jogo (La Règle Du Jeu), 1939
–
Jean Renoir
3.º) Os Sete
Samurais (Shichinin no Samurai),
1954 - Akira Kurosawa
3.º) Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain), 1952
–
Stanley Donen-Gene Kelly
5.º) Fellini
Oito e Meio (Fellini: 8½), 1963 – Federico Fellini
6.º) O Encouraçado Potemkin (Bronenosets
Potyomkin), 1925 – Sergei M. Eisenstein
7.º) Soberba
(The Magnificent Ambersons), 1942 – Orson Welles
8.º) Um Corpo que Cai (Vertigo), 1958 – Alfred
Hitchcock
9.º) A General
(The General), 1926 - Buster Keaton
10.º) Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 – John
Ford
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| Yasujiro Ozu |
1992
– O Ocidente descobre Ozu - Em 1985 o cineasta alemão Wim
Wenders surpreendeu o mundo cinematográfico com o documentário “Tokyo-Ga”,
apresentando um quase desconhecido diretor japonês chamado Yasujiro Ozu. Como
reflexo desse trabalho de Wenders, Ozu apareceu imediatamente na lista de 1992.
E nesse ano a Sight & Sound inovou criando uma enquete paralela somente com
diretores, sem que esta lista interferisse no resultado final da lista dos
críticos, cujo número de consultados chegava a 250.
1.º) Cidadão Kane (Citizen Kane), 1941 – Orson Welles
2.º) A Regra do Jogo (La Règle Du Jeu), 1939
–
Jean Renoir
3.º)
Era uma Vez em Tóquio (Tokyo Monogatari), -1953 – Yasujiro Ozu
4.º)
Um Corpo que Cai (Vertigo), 1958 –
Alfred Hitchcock
5.º) Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 – John Ford
6.º)
O Atalante (L’Atalante), 1934 - Jean Vigo
6.º) A Paixão de Joana D’Arc (La Passion
de Jeanne D’Arc), 1928 –
Carl Theodor
Dreyer
6.º) Canção da Estrada (Pather Panchali), 1955 - Satyajit
Ray
6.º) O Encouraçado Potemkin (Bronenosets
Potyomkin), 1925 – Sergei M. Eisenstein
10.º) 2001 : Uma Odisséia no Espaço (2001 : A Space
Odissey), 1968 –
Stanley Kubrick
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| Marlon Brando |
2002
– Duas vezes Coppola - “O Poderoso Chefão”, partes I e II
apareceram pela primeira vez na enquete da Sight & Sound na quarta posição,
enquanto “Um Corpo que Cai” subiu para o segundo lugar. Os 20 primeiros filmes
escolhidos pelos críticos em 2002 foram estes:
1.º) Cidadão Kane (Citizen Kane), 1941 –
Orson
Welles
2.º)
Um Corpo que Cai (Vertigo), 1958 –
Alfred Hitchcock
3.º) A Regra do Jogo (La Règle Du Jeu), 1939
–
Jean Renoir
4.º) O Poderoso Chefão (The Godfather) e
O Poderoso Chefão Parte II (The Godfather
Part II), 1972 e 1974 – Francis Ford Coppola
5.º)
Era uma Vez em Tóquio (Tokyo Monogatari), -1953 – Yasujiro Ozu
6.º)
2001 : Uma Odisséia no Espaço (2001 :
A Space Odissey), 1968 –
Stanley Kubrick
7.º)
O Encouraçado Potemkin (Bronenosets
Potyomkin), 1925 –
Sergei M. Eisenstein
7.º) Aurora
(Sunrise), 1927 - F.W. Murnau
9.º)
Fellini Oito e Meio (Fellini: 8½), 1963 – Federico Fellini
10.º) Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain), 1952 – Stanley Donen-Gene Kelly
11.º)
Os Sete Samurais (Shichinin no Samurai), 1954 -
Akira Kurosawa
11.º) Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 – John Ford
13.º) Rashomon (Rashomon), 1950 -
Akira Kurosawa
14.º) A Paixão de Joana D’Arc (La Passion de Jeanne D’Arc), 1928 – Carl Theodor Dreyer
15.º) Acossado (À Bout de
Souffle), 1959 – Jean-Luc Godard
15.º) O Atalante (L’Atalante), 1934 - Jean Vigo
15.º) A General (The General), 1926 -
Buster Keaton
15.º) A Marca da Maldade (The Touch of Evil), 1958 –
Orson Welles
19.º) A Grande Testemunha (Au Hazard Balthazar),
1966 – Robert Bresson
19.º)
Uma Mulher para Dois (Jules et Jim), 1962 - François Truffaut
19.º) A Aventura (L’Avventura), 1960 – Michelangelo Antonioni
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| Kim Novak |
2012
– Hitchcock desbanca Orson Welles - A enquete de 2012, como já foi dito,
foi a mais abrangente de todas as realizadas pela Sight & Sound e trouxe
como grande surpresa a presença em primeiro lugar de “Um Corpo que Cai”,
derrubando “Cidadão Kane” que por quatro enquetes seguidas imperou como o
melhor filme de todos os tempos. E pela primeira vez desde que as listas da
Sight & Sound são publicadas, foi votado “Um Homem com a Câmara”,
documentário realizado em 1929 pelo russo Dziga Vertov entre os dez mais,
ficando na oitava posição. “Rastros de Ódio”, desta vez em sétimo lugar
continua sendo o solitário faroeste na lista dos melhores filmes do mundo. Eis
os 20 melhores da Sight & Sound na sétima edição da famosa enquete:
1.º)
Um Corpo que Cai (Vertigo), 1958 –
Alfred Hitchcock
2.º) Cidadão Kane (Citizen Kane), 1941 – Orson Welles
3.º)
Era uma Vez em Tóquio (Tokyo Monogatari), -1953 – Yasujiro Ozu
4.º)
A Regra do Jogo (La Règle Du Jeu), 1939 –
Jean Renoir
5.º) Aurora (Sunrise), 1927 - F.W. Murnau
6.º) 2001 : Uma Odisséia no Espaço (2001 : A Space
Odissey), 1968 –
Stanley Kubrick
7.º) Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 – John Ford
8.º) Um Homem com a Câmara (Chelovek s Kino-apparatom), 1929 – Dziga Vertov
9.º)
A Paixão de Joana D’Arc (La Passion
de Jeanne D’Arc), 1928 –
Carl Theodor
Dreyer
10.º) Fellini Oito e Meio (Fellini: 8½), 1963 – Federico Fellini
11.º) O Encouraçado Potemkin (Bronenosets
Potyomkin), 1925 – Sergei M. Eisenstein
12.º) L’Atalante (L’Atalante), 1934 - Jean Vigo)
13.º) Acossado (À Bout de Souffle), 1959 –
Jean-Luc Godard
14.º)
Apocalypse Now (Apocalypse Now), 1979 – Francis Ford Coppola
15.º) Pai e Filha
(Banshun), 1949 – Yasujiro Ozu
16.º) A
Grande Testemunha (Au Hazard Balthazar), 1966 – Robert Bresson
17.º)
Os Sete Samurais (Shichinin no Samurai), 1954 -
Akira Kurosawa
17.º) Persona
(Persona), 1966 – Ingmar Bergman
19.º)
O espelho (Zerkalo), 1975 – Andrei Tarkovskiy
20.º) Cantando na Chuva (Singin’
in the Rain), 1952 – Stanley Donen-Gene Kelly
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| John Wayne em "Rastros de Ódio" |
“Rastros
de Ódio” lembrando que o western existe - Todo fã de
faroeste sabe que este é um gênero que sempre foi discriminado pela crítica e
pelos institutos que premiam filmes. Exemplo significativo disso é a própria
Academia de Ciência e Artes de Hollywood com suas tantas imperdoáveis
injustiças com os faroestes. Em 2012, 60 anos depois que a revista Sight &
Sound iniciou sua enquete decenal, um único faroeste foi escolhido pelos
críticos para figurar entre os dez melhores filmes do mundo. E tinha que ser um
western de John Ford, “Rastros de Ódio”, primeiro em 1982, depois em 1992 e na
lista atual. Quem primeiro chamou a atenção para esse extraordinário filme foi
o crítico francês André Bazin. Veio depois Jean-Luc Godard confessar ao mundo
que era levado às lágrimas por “Rastros de Ódio”, um de seus filmes preferidos.
A partir daí ninguém mais assistiu a esse filme como ‘mais um faroeste de John
Ford’. Suas qualidades causam admiração até mesmo em quem não é fã do gênero.
78 críticos do mundo inteiro, quase 10% dos participantes da enquete da Sight
& Sound colocaram “Rastros de Ódio” em suas listas dez melhores filmes do mundo.
Os faroestes mais citados - Na lista da Sight & Sound, apenas sete
westerns conseguiram votos suficientes para ficar entre os 250 melhores filmes
de todos os tempos. Aqui estão eles com as respectivas classificações
alcançadas e o número de votos conseguidos:
7.º) Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 – John
Ford – 78 votos
63.º)
Onde Começa o Inferno (Rio Bravo), 1959 – Howard Hawks – 24 votos
78.º)
Era uma Vez no Oeste (C’Era uma Volta Il West), 1968 – Sergio Leone – 21 votos
84.º)
Meu Ódio Será sua Herança (The Wild Bunch), 1969 – Sam Peckinpah – 19 votos
117.º)
O Homem que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance), 1962 –
John Ford – 14 votos
235.º)
Rio Vermelho (Red River), 1948 – Howard Hawks – sete votos
235.º) Paixão dos Fortes (My Darling Clementine),
1946 – John Ford – sete votos
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Robert Mitchum e Susan Hayward em "Paixão de Bravo", pouco lembrado western citado por cinco críticos como um dos dez melhores filmes de todos os tempos. |
Os
demais faroestes da lista dos críticos - Não listados entre os 250 melhores
filmes da enquete da revista Sight & Sound, estão outros 28 westerns que fizeram
parte das diversas listas dos críticos. Antes de o leitor discordar de algumas
ausências ou de faroestes pouco citados, deve ser ressaltado que cada crítico
fez sua lista de apenas dez filmes. Para ele os melhores ou os mais importantes
na evolução da cinematografia. Mesmo o westernmaníaco mais radical, ao elaborar
sua lista de dez melhores filmes de todos os tempos encontrará dificuldade em
incluir nela mais que um ou dois, no máximo três faroestes. Mas nem isso
explica a mais sentida de todas as ausências que foi a de “Matar ou Morrer”, de
Fred Zinnemann, sem nenhum voto entre tantos críticos. Por outro lado, um
faroeste quase nunca citado que é “Paixão de Bravo”, foi lembrado por nada
menos que cinco críticos como um dos dez melhores filmes de todos os tempos.
Eis a lista completa dos faroestes votados, sua classificação e número de votos
recebidos:
283.º) Caravana de Bravos (Wagon Master), 1950 – John
Ford – seis votos
283.º)
Johnny Guitar (Johnny Guitar), 1954 – Nicholas Ray - seis votos
283.º)
Três Homens em Conflito (The Good, the Bad, the Ugly), 1966 –
Sergio
Leone – seis votos
323.º)
No Tempo das Diligências (Stagecoach), 1939 – John Ford – cinco votos
323.º)
Paixão de Bravo (The Lusty Men), 1952 – Nicholas Ray – cinco votos
323.º) Jogos e Trapaças (McCabe & Mrs. Miller),
1971 – Robert Aldrich – cinco votos
447.º) Sangue de Heróis (Forte Apache), 1948 – John
Ford – três votos
447.º) Os Brutos Também Amam (Shane), 1953 – George
Stevens – três votos
447.º) Pat Garrett (Pat Garrett
and Billy the Kid), 1973 – Sam Peckinpah – três votos
447.º)
Portal do Paraíso (Heaven’s Gate), 1980 – Michael Cimino – três votos
588.º) Legião Invencível (She
Wore a Yellow Ribbon), 1949 – John Ford – dois
votos
588.º) Golpe de Misericórdia (Colorado Territory),
1949 – Raoul Walsh – dois votos
588.º)
Rio Grande (Rio Grande), 1950 – John Ford – dois votos
588.º)
Josey Wales, o Fora-da-Lei (Outlaw Josey Wales), 1976 –
Clint Eastwood – dois votos
588.º)
Os Imperdoáveis (Unforgiven), 1992 – Clint Eastwood – dois votos
894.º)
A Grande Jornada (The Big Trail), 1930 – Raoul Walsh – um voto
894.º) Sua Única Saída (Pursued), 1947 – Raoul Walsh
– um voto
894.º)
O Céu Mandou Alguém (Three Godfathers), 1948 – John Ford – um voto
894.º) Winchester 73 (Winchester’
73), 1950 – Anthony Mann – um voto
894.º)
Tambores Distantes (Distant Drums), 1951 – Raoul Walsh – um voto
894.º) Vera Cruz (Vera Cruz), 1954 – Robert Aldrich – um voto
894.º) Galante e Sanguinário (3:10 to Yuma), 1957 –
Delmer Daves – um voto
894.º) Da Terra Nascem os Homens (The Big Country),
1958 – William Wyler – um voto
894.º) O Homem que Luta Só (Ride Lonesome), 1959 –
Budd Boetticher – um voto
894.º)
Crepúsculo de uma Raça (Cheyenne Autumn), 1964 – John Ford – um voto
894.º) O Estranho que Nós Amamos (The Beguiled), 1970
– Don Siegel – um voto
894.º) Roy Bean, o Homem da Lei
(The Life and Times of Judge Roy Bean), 1972 –
John Huston – um voto
894.º) Cavaleiro
Solitário (Pale Rider), 1985 – Clint Eastwood - um voto – um voto