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25 de julho de 2013

LEGIÃO INVENCÍVEL (SHE WORE A YELLOW RIBBON) – 2.ª PARTE DA TRILOGIA DA CAVALARIA


John Wayne, John Ford e Ben Johnson, num
intervalo das filmagens de "Legião Invencível".
Jim Kitses em seu indispensável estudo sobre faroestes ‘Horizons West’ finaliza a análise de “Legião Invencível” (She Wore a Yellow Ribbon) dizendo que “É impossível alguém amar o faroeste e não amar o filme She Wore a Yellow Ribbon. E Kitses tem razão pois esse segundo western da Trilogia da Cavalaria de John Ford é enternecedor, admirável e apaixonante mesmo. Curiosamente é um filme com alguns senões e mesmo assim é assistido sempre com enorme prazer. Lançado em 1949, “Legião Invencível” chegou até a ser rotulado de peça da propaganda norte-americana durante a Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética. E a imagem do filme ficou de certa maneira abalada quando o General Douglas MacArthur afirmou que, comandando tropas norte-americanas durante a Guerra da Coréia, exibia mensalmente “Legião Invencível” para elevar o moral dos soldados com o espírito nacionalista do filme de John Ford. E imaginar que Ford queria apenas glorificar a Cavalaria no cinema, continuando o que havia iniciado um ano antes com “Sangue de Heróis”, fazendo westerns, o que para ele era apenas uma forma de trabalho como outro qualquer.

Nova história de James Warner Bellah - Após o êxito alcançado com “Sangue de Heróis” (seguido de “O Céu Mandou Alguém”), Ford decidiu produzir com sua Argosy Productions mais um filme baseado em uma das muitas pequenas histórias de James Warner Bellah. Ford escolheu “War Party” e assim como havia feito com “Fort Apache” entregou a história a Leonard Stallings que inseriu no texto duas sequências importantes, as cenas do Capitão Brittles na campa onde sua falecida esposa e filhas estavam enterradas e a sequência do relógio presenteado pela tropa a Brittles quando este se aposenta. O roteiro passou então para as mãos de Frank S. Nugent que construiu como só ele era capaz de fazer os diálogos e as piadas com que Ford gostava de interromper o dramatismo das histórias. Reclamara-se muito que “Sangue de Heróis” deveria ter sido filmado a cores e desta vez, mesmo com um orçamento menor – um milhão e oitocentos mil dólares – a Argosy produziria o novo filme em Technicolor. O diretor de fotografia escolhido foi Winton C. Hoch que trabalhara com Ford em “O Céu Mandou Alguém”. Se Ford dirigira “Sangue de Heróis” com uma ou duas imagens de pinturas de Frederic Remington na mente, para “Legião Invencível” ele estudou bastante os quadros do pintor juntamente com Winton C. Hoch. A intenção era reproduzir não apenas os enquadramentos das telas, mas e principalmente as nuances pictóricas que Remington harmonizava brilhantemente .



John Wayne e Joanne Dru em "Rio Vermelho".
Outra vez um maduro John Wayne - Com o relativamente reduzido orçamento, Ford só teria uma estrela de verdade em “Legião Invencível”, mas uma estrela chamada John Wayne que brilhava cada vez mais. O restante do elenco foi todo ele composto com atores de menor expressão ainda que um dos coadjuvantes fosse vencedor de um Oscar, o simpático brutamontes Victor McLaglen. Atores veteranos com presença constante em outros filmes de Ford mesclavam-se com novatos e entre estes estavam John Agar, Harry Carey Jr., Ben Johnson e Joanne Dru. A jovem atriz havia se destacado bastante em seu segundo filme, “Rio Vermelho”, ao lado de John Wayne. Para interpretar o Capitão Nathan Brittles, John Wayne teria que usar maquiagem que o envelhecesse, uma vez que Wayne estava com 41 anos quando “Legião Invencível” começou a ser rodado. John Ford teve a certeza que John Wayne poderia interpretar um personagem mais velho após assistir “Rio vermelho” e ter exclamado a frase famosa “Esse filho da puta é capaz de atuar”. Se Ford criou John Wayne, Howard Hawks foi quem viu nele qualidades reais de ator que Ford iria explorar como ninguém.

A fachada do Goulding's Lodge
em Moument Valley; abaixo o
set de filmagem do Forte Starke.
Três em cada quarto - A precária estalagem Goulding’s Lodge, em Monument Valley, recebeu mais uma vez o já freguês John Ford e sua equipe. No pequeno hotel apenas Ford e John Wayne tinham quartos individuais; atores do elenco principal e técnicos mais importantes dividiam, em grupos de três, os demais quartos. Sem banheiros privativos, as toiletes nos corredores atendiam indistintamente todos os hóspedes. A água racionada era apenas fria, tornando-se morna devido ao calor intenso, entre 30 graus à noite e mais de 40 graus durante o dia. E a maior parte da equipe dormia mesmo em tendas à frente do Goulding’s Lodge. Menos problemas teve a tribo Navajo contratada em sua quase totalidade para participar de “Legião Invencível”. Mais de uma centena de cavalos foram levados para a inóspita região e boa parte do orçamento do filme foi gasto com transporte e alimentação de pessoal e animais. Mas John Ford estava ‘em casa’ e lá a equipe permaneceu por 31 dias entre novembro e dezembro de 1948. O forte e os sets que serviram de cenário a “Legião Invencível” foram construídos aos pés dos monumentos naturais conhecidos como Mitten Butte e Merrick Butte, avistando-se um pouco mais distante o conjunto chamado Castle Rock. Ford entregou “Legião Invencível” antes do prazo e gastando apenas um milhão e meio do orçamento, economizando consideráveis 300 mil dólares com sua forma simples de rodar um filme mesmo em locações sujeitas às intempéries naturais como o Monument Valley.

John Wayne como o Capitão Nathan Brittles.
Legião da paz - A história de “Legião Invencível” narra a última semana de atividades do Capitão Nathan Brittles (John Wayne) no Forte Starke, antes de sua indesejada aposentadoria do Exército norte-americano. Há poucos dias ocorrera o desastre de Little Big Horn, com o extermínio das tropas comandadas pelo Coronel George Armstrong Custer. As diversas nações indígenas reunidas animaram-se com a vitória em Little Big Horn e armadas com rifles contrabandeados cometem ataques a diligências e a postos avançados. A última missão do Capitão Brittles é reconduzir os Arapahoes à reserva na qual estavam confinados e de onde haviam saído, evitando assim novas batalhas. Dificuldades surgem quando se juntam às tropas duas mulheres (Joanne Dru e Mildred Natwick) que serão conduzidas de Forte Starke a um posto de diligência que foi destruído pelos índios. Lutando contra o tempo, o Capitão Brittles comanda, em seus últimos minutos como militar em atividade, a dispersão da manada de cavalos dos índios, impedindo-os assim de novos ataques. Os índios são conduzidos a pé de retorno à reserva e o Capitão Brittles permanece no Forte Starke após ser nomeado Batedor do Exército com a patente de tenente-coronel.

Acima Harry Carey Jr., Joanne Dru e
John Agar; abaixo Victor Mclaglen,
John Wayne e Ben Johnson.
Tristeza dissimulada - O estranho título “She Wore a Yellow Ribbon” faz referência a uma tradição da vida militar. Ao ornamentar seus cabelos com uma fita amarela, moças comprometidas lembram que seus amores estão distantes em campanha. Essa é a tática de Olivia Dandridge (Joanne Dru) para provocar ciúmes no Tenente Cohill (John Agar), fazendo de conta que namora o Tenente Pennell (Harry Carey Jr.). Esse triângulo amoroso é um dos poucos pontos consistentes de “Legião Invencível”, filme que aparentemente transcorre sem que nada de importante aconteça. O dia da aposentadoria do Capitão Brittles parece chegar monotonamente enquanto ele se empenha em corrigir, com ensinamentos, pequenos erros de conduta de seus comandados. Dito assim fica a impressão que este filme de John Ford é desinteressante, o que não é verdade. “Legião Invencível” tem um roteiro de rara felicidade num faroeste com frases e situações deliciosas que dão ao filme uma leveza ímpar. O humor se encaixa de forma espontânea e é quase sempre desenvolvido pelo Sargento Quincannon (Victor McLaglen) num prolongamento do Sargento Mulcahy de “Sangue de Heróis”. E mesmo John Wayne provoca um saboroso momento cômico ao autorizar a saída (sozinho) do Tenente Pennell para um piquenique pretensamente romântico. Mas não se iluda o espectador porque “Legião Invencível” é um filme que alegremente dissimula uma profunda tristeza.

Ben Johnson durante o enterro de um
general confederado; abaixo Chief
John Big Tree como 'Pônei-que-Anda'.
O desalento da aposentadoria - O desalento permeia “Legião Invencível” em muitas sequências, como quando o Capitão Brittles desabafa ao Major Allshard (George O’Brien) dizendo que no dia seguinte à aposentadoria terá sorte se alguém lhe der atenção. Ou quando em muitas noites, em clima de melancolia, Brittles visita a campa onde estão sua esposa e filhas, que o filme não explica como foram mortas, questionando a própria segurança do posto militar. Brittles, aparentemente sem interlocutor no Forte, abre seu coração conversando com amargura com a falecida esposa tendo como testemunha a paisagem noturna. O encontro do soldado John Smith (Rudy Bowman) pouco antes deste falecer após um ataque índio, revela ser aquele soldado o General Rome Clay do Exército Confederado. O velho chefe índio Pônei-que-Anda (Chief John Big Tree) lamenta que os jovens não mais o obedeçam e acena com seu próprio afastamento para campos distantes, numa sequência patética. Quase tanto quanto Brittles há o tocante personagem do resignado Sargento Tyree, saudoso de seu derrotado exército Confederado e colocando pesaroso a bandeira sulista sobre o caixão de Smith/Clay. Esses variados elementos de tristeza não retiram o paradoxal prazer de assistir “Legião Invencível”, fruto da magia de John Ford.

A espetacular fuga a cavalo de Ben
Johnson; abaixo efeito conseguido
 em Monument Valley durante
marcha da Cavalaria.
Esplendoroso Monument Valley - O que faz de “Legião Invencível” um filme irresistível é sua beleza cênica juntando o esplendor do Monument Valley ao movimento magnificamente coreografado dos personagens, a cavalo ou desmontados. ‘Andalaria’, diz Olivia Dandridge ao descobrir que de hora em hora a tropa desmonta para descansar os animais. A exuberância plástica de “Legião Invencível” atinge seu ápice na cavalgada do Sargento Tyree quando este é perseguido pelos índios. Essa sequência perfeita representa para um faroeste o mesmo que a sequência de Gene Kelly cantando sob o aguaceiro em “Cantando na Chuva” é para um musical, ou seja, o cinema em seu maior esplendor. A câmara de Winton C. Hoch não filma mecanicamente, mas sim pinta telas ao registrar o Monument Valley, como fizeram os artistas Frederic Remington e Charles Russell. E curiosamente Winton C. Hoch denunciou John Ford à ASC (Associação dos Cinegrafistas) por haver o diretor o obrigado a filmar o céu escurecido pelas nuvens em condições de iluminação inaceitáveis e sob relâmpagos intermitentes. O artista John Ford intuiu a beleza das imagens que a câmara iria registrar e que são vistas no filme e que certamente decidiram o Oscar de Melhor Fotografia em Cores para o cinegrafista Winton C. Hoch. Para muitos “Legião Invencível” é até hoje o mais bonito filme não documentário feito em locação pelo cinema norte-americano.

Acima John Wayne e Ben Johnson;
abaixo 'Red Shirt' (Noble Johnson).
Viés político - A Cavalaria foi sempre um instrumento do expansionismo norte-americano, a dano único dos nativos da terra. O lider dos índios em “Legião Invencível” é Red Shirt (Noble Johnson) e evocar um chefe chamado ‘Camisa Vermelha’, seguido por seus belicosos guerreiros igualmente com camisas vermelhas em 1949 é, inegavelmente, uma ilação política. Ao mesmo tempo o mais representativo ator do pensamento nacionalista (John Wayne) diz respeitosamente que os índios devem ser seguidos de longe na sua volta à reserva porque estão à pé “e para um índio fazer longas caminhadas a pé é a suprema humilhação”. O respeito aos índios se transforma num conflito político íntimo do diretor que faz indiretamente menção ao imperialismo norte-americano. E Ford faz, ainda, inúmeras reverentes referências ao Sul que acabara de ser derrotado, a principal delas quando o Capitão Brittles cita orgulhosamente como um trinca de ases os nomes de Sheridan, Sherman e Grant a que o Sargento Tyree completa dizendo que preferia uma full hand (mão cheia) completada com o nome de Robert E. Lee. Nesse momento o correto oficial aposentado deixa de ser injustamente esquecido pelo Exército que tanto ama, numa solução que o filme bem poderia prescindir.

Frank McGrath e John Wayne.
Um ator de verdade - John Wayne domina inteiramente “Legião Invencível” com uma de suas maiores, senão a maior interpretação no cinema. Sua performance como Capitão Brittles está acima de sua interpretação como Tom Dunson  em “Rio Vermelho” e comparável ao Ethan Edwards de “Rastros de Ódio”. Sem nenhum momento maior de ação, sem par romântico e desafiado por um make-up que poderia torná-lo caricato, John Wayne dá dimensão de grandeza a seu personagem. Uma pena que Joanne Dru desaponte lembrando pouco a deliciosa malícia demonstrada antes em “Rio Vermelho” e posteriormente em “Caravana de Bravos”. Mesmo Harry Carey Jr. e John Agar não conseguem carregar os tenentes que interpretam com o espírito de verdadeiros cavalarianos. A surpresa é o excelente desempenho de Ben Johnson que se revelaria, anos depois, um ótimo ator dramático. Victor McLaglen desfila seu aguardado histrionismo pelo filme todo, que bem poderia ser dividido com Frank McGrath. Temeroso que o corneteiro da tropa (McGrath) empine seu cavalo antes do ataque ao acampamento Arapahoe, o Capitão Brittles o ameaça com o rebaixamento a ferreiro do Forte Starke. Stuntmen em inúmeros western, McGrath dá pequenos e divertidos shows de habilidade em seu cavalo, sempre à sombra do Capitão Brittles.

John Ford 'em casa'.
Sucesso de bilheteria - A trilha musical de “Legião Invencível” coube a Richard Hageman que usou de forma vibrante a tradicional canção ‘She Wore a Yellow Ribbon’ acompanhando as cavalgadas das tropas. O filme é narrado por Irving Pichel (ator-diretor) cuja voz encerra a película com uma discurso elegíaco aos soldados anônimos da Cavalaria, fala parecida com a do Capitão Kirby York (John Wayne) ao final de “Sangue de Heróis”. Certamente John Ford não tencionou fazer de “Legião Invencível” uma obra-prima, mas apenas mais um western. Conseguiu o diretor realizar um belíssimo filme que agradou ao público superando os cinco milhões de dólares nas bilheterias e que é considerado por muitos críticos um de seus melhores faroestes. E isso não é pouco em se tratando de John Ford que retornaria ao Monument Valley no ano seguinte (1950) para rodar o poético “Caravana de Bravos” e fechar sua trilogia sobre a Cavalaria com “Rio Grande”.

O calendário marcando os últimos dias do Capitão Brittles na Cavalaria;
os túmulos da família Brittles; a fuga do Sargento Tyree perseguido pelos
índios; o corneteiro, interpretado por Frank McGrath.

O Sargento Quincannon (Victor McLaglen) à procura da garrafa;
alguns atores de "Legião Invencível": McLaglen com Francis Ford;
Paul Fix e Harry Woods; Mildred Natwick com Tom Tyler ferido
sendo observado por Fred Kennedy.

John Wayne e Ben Johnson

John Wayne em uma das melhores interpretações de sua carreira.

Telas de Frederic Remington que serviram de modelo para John Ford.

Pôsteres italiano, francês, alemão e norte-americano.

5 comentários:

  1. Dos três, é deste que eu mais gosto. A propósito, vc.postou o primeiro (Fort Apache) como Sangue de Heróis. No entanto, o título correto não seria Sangue de Herói? Pelo menos, é assim que está na capa de meu DVD e no livro sobre diretores do Rubens Ewald Filho. Já o terceiro (Rio Grande) se chamou Rio Bravo aqui, não é? Bizarro.

    Abraços
    José Tadeu

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  2. Olá, José Tadeu
    Pode reclamar com a empresa que editou seu DVD pois o título em Português é 'Sangue de Heróis', no plural. Assim como atualmente é normal trocar ou errar títulos, esse foi mais uma vítima. Você possui 'Unidos pelo Próprio Sangue' que foi lançado pela Ocean? Pois é o mesmo 'Punidos pelo Próprio Sangue' que todos conhecem. O Rubens Ewald Filho por vezes acaba entrando bem confiando na turma nova que trabalha nas editoras. Mas se ele pegasse seu próprio Dicionário de Cineastas teria corrigido pois lá está o correto 'Sangue de Heróis' no verbete John Ford. O Guido Bilharinho cometeu o mesmo equívoco em seu livro 'O Filme de Faroeste'. Melhor ficar desta vez com A.C. Gomes de Mattos que chama o filme pelo título que sempre teve em Português, ou seja, "Sangue de Heróis". E já que você tocou no assunto, o título no singular dá a idéia de apenas um herói e como você sabe, no discurso final fala-se não apenas do Coronel Thursday, mas também dos heróis anônimos da Cavalaria.
    Há um cinéfilo, o Paulo Lopes, que mantém um blog somente para fazer constar os títulos originais de filmes que são as maiores vítimas das trapalhadas das editoras, os bang-bangs italianos.
    valeu, Tadeu!
    Darci

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  3. Como sempre ,uma bela matéria do Darci, sobre "She wore a yellow ribbon" .Rico em informações,inúmeras fotos,mil detalhes da produção e muitas louvas ao mestre John Ford . Muito bom ! Agora, sinceramente, na minha modesta opinião, é apenas um filme razoável.
    Não há um fio condutor que mantenha de pé o roteiro e em consequência,o filme.
    Na minha opinião, repito, este filme não entraria no TOP de meus 20 preferidos !! Abraços!

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  4. Olá, Laudney
    Obrigado pelas palavras elogiosas. Você tocou em algo interessante que é saber quais outros dez westerns se juntariam ao seu Top-Ten. Aquela história do 'dez é pouco, vinte é bom, trinta é demais...' O blog aguarda.
    Um abraço do Darci

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  5. Olá, Darci!
    Achei Arthur Shields muito parecido com Barry Fitzgerald. Depois fui pesquisar sobre o ator e descobri que são irmãos. Ótima resenha mais que completa, como de costume, sobre esta verdadeira ode à cavalaria. Não por acaso escolhi este filme para a lista dos 100 Maiores Westerns de Todos os Tempos.
    Um abraço!

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