UMA REVISTA ELETRÔNICA QUE FOCALIZA O GÊNERO WESTERN

3 de fevereiro de 2016

TOP-TEN WESTERNS DE OVÍDIO ANDRADE, CINÉFILO DE LAGOA DOURADA (MG)


Vista de Lagoa Dourada, pequena cidade
do Estado de Minas Gerais.
Ovídio Andrade é um dos mais ativos membros do Grupo ‘Apreciadores do Oeste’, fazendo com frequência comentários e postagens interessantes para os muitos participantes desse conjunto de amigos virtuais. Nascido em Lagoa Dourada, município vizinho às históricas cidades de São João D’El Rey e Tiradentes, em Minas Gerais, Ovídio era filho de um tropeiro. Aos dois anos de idade o menino já andava a cavalo, em pelo e sem cabresto, muitas vezes com um cipó servindo de rédea. Esse convívio com equinos resultaria em admiração por personagens do Velho Oeste que igualmente tinham nos cavalos seus melhores amigos. Gibis e filmes de faroeste estavam entre as diversões preferidas do garoto Ovídio que não perdia uma única sessão de cinema do Salão Paroquial de Lagoa Dourada, única sala de projeção da cidade. Pela tela do Salão Paroquial passaram Johnny Weissmuller como Tarzan, Chaplin e seus clássicos, toda a saga do Planeta dos Macacos e como não poderia deixar de ser filmes bíblicos como “Ben-Hur” e “Os Dez Mandamentos”. Nessa sala acanhada Ovídio Andrade viveu as primeiras emoções proporcionadas pelo cinema, arte que aprendeu a amar.

O cineminha do Salão Paroquial, em Lagoa Dourada; Johnny Weissmuller e
Charles Chaplin (com Jackie Coogan), que Ovídio viu tantas vezes naquela
inesquecível sala de projeção.

Histórias em quadrinhos que
Ovídio admira.
Quando a família de Ovídio adquiriu o primeiro televisor, o cinema passou a ter um sério concorrente pois na telinha podiam ser vistos Durango Kid e outros mocinhos, além das muitas séries então exibidas. Ovídio não perdia um episódio de “Bonanza”, “Daniel Boone”, “Rin-Tin-Tin”, “Cisco Kid” e “Os Pioneiros”, entre outros programas de sucesso. Paralelamente aos filmes, Ovídio lia avidamente histórias em quadrinhos do gênero western como ‘Tex’, ‘Ken Parker’, ‘Epopéia-Tri’, exemplares que mantém até hoje em seu acervo. Mas que não se pense que o jovem lagoense descuidava dos estudos, o que a família atenta não permitia. Concluído o Ensino Médio, Ovídio deixou a pequena Lagoa Dourada onde moravam 15 mil pessoas e foi estudar em Barbacena, cidade muito maior, com mais de 100 mil habitantes, formando-se Técnico em Agropecuária. Apesar de ter passado a viver em uma cidade com alguns cinemas como era Barbacena nos anos 80, Ovídio começou a assistir ainda mais televisão pois o número de seriados (hoje clássicos) exibidos era enorme. Sessões como ‘Supercine’ e ‘Sessão Western’ eram programas imperdíveis para o jovem estudante. Formado e passando a atuar em sua profissão e ainda como Produtor Cultural, Ovídio Andrade ampliou sua coleção de HQs, com ‘Jonah Hex’, ‘Tenente Bueberry’ e muitas outras, gibis que dividem o espaço com os muitos DVDs que ele adquire. E ainda há a coleção virtual de filmes devidamente organizada em pastas em seu notebook pois Ovídio é uma pessoa eclética que gosta de tudo um pouco, desde que tenha qualidade, sem radicalismos ou julgamentos superficiais. Isto não só quando se trata de filmes, mas é assim também em literatura e música.

Ovídio
Andrade
O cinéfilo Ovídio Andrade vive na sua querida Lagoa Dourada, cidade conhecida nacionalmente como a 'Capital do Rocambole' e reconhecida no Exterior como o berço de criação do jumento da raça 'Pêga'. Lá da sua terra natal, gentilmente atendeu à solicitação do WESTERNCINEMANIA e prontamente relacionou os westerns que mais gosta, listados abaixo e acompanhados de comentários de sua própria autoria.

1.º) Era Uma Vez no Oeste (C’Era Uma Volta Il West), 1968 – Sergio Leone

O maior de todos os westerns já produzidos. A obra-prima do gênero e de Sergio Leone! Emocionante, violento, apaixonante, riquíssimo em conteúdo, forma e detalhes aos mínimos quesitos: edição, montagem, cenografia, luz, som, fotografia, roteiro, produção, direção, grande elenco (Henry Fonda, Claudia Cardinalle, Charles Bronson, Jason Robards, Woody Strode, Jack Elam, Paolo Stoppa) e a melhor trilha sonora composta pelo gênio Ennio Morricone. Só a abertura, com cerca de 15 minutos, já vale o ingresso, tamanho o primor e perfeccionismo, Cinema puro, sentido em cada diálogo tecido, a cada sombra, a cada plano aberto ou fechado, em olhares que falam, em cenas memoráveis e inesquecíveis que nos fazem esquecer de sua duração, restando as espectador aplaudir de pé. Entre todos os gêneros, fica atrás, apenas e tão somente, de “Ben-Hur”.

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2.º) ‘Trilogia dos Dólares’ de Sergio Leone – Por um Punhado de Dólares (Per un Pugno di Dollari), 1964 // Por uns Dólares a Mais (Per Qualche Dollaro in Più), 1965 // Três Homens em Conflito (Il Buono, Il Brutto, Il Cattivo), 1966

A partir de 1964, os filmes de western jamais seriam os mesmos. Com sua ‘Trilogia dos Dólares’ o diretor Sergio Leone revoluciona o gênero e consagra os atores Clint Eastwood, Lee Van Cleef, Eli Wallach e Gian Maria Volonté. Desde o primeiro filme, ‘o homem sem nome’ fica caracterizado como alguém que executa um jogo de manipulação entre lados opostos. Esse jogo, com o decorrer dos filmes, vai se tornando cada vez mais complexo, assim como mais complexo vai ficando o retrato das demais personagens. Ao invés da figura altiva e imponente do cowboy montado em um cavalo garboso, tornada costumeira pelo cinema americano, temos um homem taciturno, vestindo um deselegante poncho, fumando um charuto vagabundo e cavalgando uma mula. Foi o início a parceria entre Leone e Ennio Morricone e uma trilha sonora reconhecida e assoviada no mundo inteiro. Imperdíveis.

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3.º) Meu Ódio Será Sua Herança (The Wild Bunch), 1969 – Sam Peckinpah

Um filme explosivo, forte e com um final que não nos choca nem nos decepciona, pois diante da desvantagem numérica do bando de Pike, sabemos que a vitória é improvável mas que darão tudo por suas vidas. Eles estão prestes a encenar uma das cenas de violência gráfica mais bem filmadas e finalizadas que um filme de faroeste já conheceu. Uma obra-prima de Sam Peckinpah, com uma linda trilha sonora de Jerry Fielding e uma impecável atuação de William Holden.

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4.º) Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 –John Ford

Exuberante. É um daqueles filmes que deixa o espectador de queixo caído do começo ao fim por, dentre outros aspectos mais técnicos, sua beleza fotográfica. Não tem como não apreciar esse filme. Trata-se de uma saga, com visuais lindíssimos, quase inacreditáveis, filmados em locação em Monument Valley, no Arizona e Utah, locais que ficariam marcados como a paisagem típica do Oeste. Mais um show da dupla John Ford e John Wayne, que conta ainda com Natalie Wood, Jeffrey Hunter, Ward Bond e Hank Worden. Lindas paisagens e um roteiro sombrio e impecável fazem deste filme um marco na história do cinema. A trilha sonora fica por conta de Max Steiner.

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5.º) Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven), 1960 – John Sturges

Com um roteiro simples e que não surpreende e um heroísmo até exagerado, como explicar que já vi e revi este filme inúmeras vezes? Bem, pode ser pela linda trilha sonora de Elmer Bernstein ou pela direção de John Sturges ou pelo elenco fantástico composto por Yul Brynner, Eli Wallach, Steve McQueen, Charles Bronson, Robert Vaughn, James Coburn, Horst Buchholz e Brad Dexter. Na verdade, é a reunião de tudo isto aliado ao carisma dos personagens que o torna um filme magnífico, um clássico.

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6.º) Matar ou Morrer (High Noon), 1952 – Fred Zinnemann

É um filme ímpar, emblemático, intenso, magistral. O filme é uma história forte de desespero e sentimento inexplicável de dever, uma crônica sobre a ação e a salvação de um homem vindas na última hora. É um símbolo de denúncia da covardia e apatia da sociedade ante o inesperado ou temendo pela própria vida, que deixa o xerife Will Kane só para enfrentar seu destino e quem sabe salvar a cidade. Com direção de Fred Zinnemann, linda canção de Dimitri Tiomkin e elenco formado por Gary Cooper, Grace Kelly, Katy Jurado, Lloyd Bridges, Lee Van Cleef e Jack Elam, este é um filme tenso que prende nossa atenção e nos angustia com o passar dos minutos até o meio-dia onde ocorre a ação e o duelo.

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7.º) Da Terra Nascem os Homens (The Big Country), 1958 – William Wyler

Com um elenco formado por Gregory Peck, Jean Simmons, Carroll Baker, Charlton Heston, Burl Ives e Charles Bickford, este é o melhor filme de William Wyler. Além das belíssimas tomadas, o roteiro é perfeito e o personagem principal é de uma moral e ética jamais vistos, pois tem que se adaptar ao estilo de vida do Oeste sem perder sua personalidade. Não é um filme violento, mas, no momento preciso, faz vir à tona toda a fibra de James McKay, seja para enfrentar Steve Leech ou para romper com Patricia Terrill e conquistar de vez o amor de Julie Maragon. Bela trilha sonora de Jerome Moross.

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8.º Vera Cruz (Vera Cruz), 1954 – Robert Aldrich

Na linha zapatista, igualmente retrata a batalha do povo mexicano contra as injustiças e a tirania do imperador Maximiliano. Com um elenco puxado por Gary Cooper e Burt Lancaster, vivendo personagens amorais, conta ainda com Ernest Borgnine, Cesar Romero, Sarita Montiel, Denise Darcel, George Macready, Charles Bronson e Jack Elam. Um excelente western do diretor Robert Aldrich.

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9.º) Onde Começa o Inferno (Rio Bravo), 1959 – Howard Hawks

Este filme expõe a fraqueza física, espiritual e moral do homem americano, de uma maneira até então ignorada, mas também mostra a fibra e determinação do personagem vivido por Dean Martin em superar o vício e as expectativas dos inimigos e dos próprios companheiros. Com direção de Howard Hawks e uma química perfeita entre o elenco: John Wayne, Dean Martin, Angie Dickinson, Walter Brennan e Rick Nelson, não tem como deixar de assisti-lo.

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10.º) O Vingador Silencioso (Il Grande Silenzio), 1968 – Sergio Corbucci

É um desafio assistir e não se arrepiar com a ambientação proposta pelo diretor Sergio Corbucci, sob a companhia da música-tema, parte da trilha inconfundível do mestre Ennio Morricone. “Il Grande Silenzio” é um filme totalmente antagônico, pois é ambientado nas montanhas geladas de Utah e o herói não representa um símbolo de uma sociedade e nem é imortal. Jean-Louis Trintignant e Klaus Kinski travam um duelo arrepiante. Nas vastas planícies gélidas, cobertas pela neve, trazendo uma nítida sensação de desolação e solidão, com um final bem realista e provocante, se desenrola a obra-prima do grande diretor Sergio Corbucci.

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Além do Top-Ten Ovídio Andrade elaborou uma lista complementar (runners-up) com outros westerns que considera não menos espetaculares:

Acima Steve McQueen
(Nevada Smith);
no centro Paul Newman
(Hombre); abaixo
Kevin Costner
(Silverado)
11.º) Os Brutos Também Amam (Shane), 1953 – George Stevens. Um filme leve mas com uma narrativa formidável e muito bem conduzida por George Stevens. Com Alan Ladd, Jean Arthur, Van Heflin e Jack Palance. Imperdível!

12.º) Duelo ao Sol (Duel in the Sun), 1946 – King Vidor. Grande fazendeiro X ferrovia / irmão X irmão / triângulo amoroso, de King Vidor, trilha de Dimitri Tiomkin, com a linda Jennifer Jones e mais Joseph Cotten, Gregory Peck, Lionel Barrymore. Ingredientes que reunidos o tornam grandioso.

13.º) Josey Wales, o Fora-da-Lei (Outlaw Josey Wales), 1976. Clint Eastwood dirige, protagoniza e eterniza o personagem Josey Wales, um vingador implacável. Excelente western, melhor que “Os Imperdoáveis”, “O Estranho Sem Nome” “O Cavaleiro Solitário” e “A Marca da Forca”.

14.º) Sem Lei e Sem Alma (Gunfight at the OK Corral), 1957 – John Sturges. Burt Lancaster (Wyatt Earp) e Kirk Douglas (Doc Holliday) dão vida ao famoso duelo em Tombstone no OK Corral contra o bando dos Clanton. Atuações irrepreensíveis, tendo ainda Rhonda Fleming, John Ireland, Dennis Hopper e Lee Van Cleef. Direção de John Sturges e trilha sonora do grande Dimitri Tiomkin.

15.º) Dança com Lobos (Dances with Wolves), 1990 – Kevin Costner. Um épico. Reflexão: a destruição da cultura indígena pelo imperialismo americano ou o fortalecimento da mesma ao escancarar a verdade. A direção e o desempenho de Kevin Costner, cenografia, fotografia, roteiro e trilha de John Barry fazem deste filme uma obra-prima, que foi fundamental para impulsionar o gênero western em 1990.

16.º) Butch Cassidy (Butch Cassidy and the Sundance Kid), 1969 – George Roy Hill. As trapalhadas e aventuras de duas lendas: Butch Cassidy (Paul Newman) e Sundance Kid (Robert Redford) ao lado da linda Etta Place (Katharine Ross) levados pela melodia de Burt bacharach, o tornam inesquecível, tal qual a cena da bicicleta.

17.º) Nevada Smith (Nevada Smith), 1966 – Henry Hathaway. O melhor filme de Steve McQueen, linda trilha de Alfred Newman, com direção de Henry Hathaway. Tendo apenas uma pista (SS nos cavalos), sem saber atirar nem ler, Nevada Smith usa toda sua fibra e determinação para vingar seus pais. Excelente.

18.º) À Sombra de uma arma/À Sombra de um Revólver (All’Ombra di una Colt), 1965. Dirigido por Giovanni Grimaldi, com Stephen Forsyth, Anne Shermann e Conrado San Martin, tem uma abertura lindíssima, com trilha sonora de Nico Fidenco e um roteiro singular, emocionante e bem cadenciado.

19.º) O Homem que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance), 1962. De John Ford, com John Wayne, James Stewart, Lee Marvin, Vera Miles e Lee Van Cleef. É a chegada da Lei, modernidade e do Estado. Um roteiro criativo, denso e usando de flashbacks. Imperdível. Um clássico!

20.º) ‘Trilogia Zapatista’ Entre tantos filmes nesta linha, escolhi homenagear Franco Nero: Os Violentos Vão para o Inferno (Il Mercenario), 1968 – Sergio Corbucci // Vamos a Matar... Companheiros (Vamos a Matar, Compañeros), 1970 – Sergio Corbucci // Uma Dupla de Mestres/Viva a Morte... Tua (Viva la Muerte... Tua!), 1971 – Duccio Tessari. É diversão pura, com muita ação e trilha sonora de Ennio Morricone, sem falar no grande elenco. Imperdíveis!

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Ovídio Andrade faz questão de lembrar, além dos clássicos acima mencionados, estes grandes westerns:

Assim Caminha a Humanidade (Giant), 1956 – George Stevens
No Tempo das Diligências (Stagecoach), 1939 – John Ford
A Face Oculta (One-Eyed Jacks), 1961 – Marlon Brando
Johnny Guitar (Johnny Guitar), 1953 – Nicholas Ray
Duelo de Titãs (Last Train from Gun Hill), 1959 – John Sturges
A Marca da Forca (Hang ’Em High), 1968 – Ted Post
Os Profissionais (The Professionals), 1966 – Richard Brooks
Paixão dos Fortes (My Darling Clementine), 1946 – John Ford
Califórnia, Adeus (California), 1977 – Michele Lupo
‘Trilogia Sabata’: Sabata, o Justiceiro/O Último Grande Duelo (Il Grande Duello), 1972 – Giancarlo Santi // Sabata Adeus (Indio Black, Sai Che Te Dico: Sei un Gran Figlio di...), 1970 – Gianfranco Parolini // O Retorno de Sabata/Sabata Vem para Vingar (É Tornato Sabata...Hai Chiuso un’altra Volta!), 1971 – Gianfranco Parolini
Winchester 73 (Winchester ’73), 1950 – Anthony Mann
A Morte Anda a Cavalo (Da Uomo a Uomo), 1966 – Giulio Petroni
Rio Vermelho (Red River), 1948 – Howard Hawks
Keoma (Keoma), 1976 – Enzo G. Castellari
Django (Django), 1966 – Sergio Corbucci
Silverado (Silverado), 1985 – Lawrence Kasdan
Os Imperdoáveis (Unforgive), 1992 – Clint Eastwood
O Estranho Sem Nome (High Plains Drifter), 1973 – Clint Eastwood
O Cavaleiro Solitário (Pale Rider), 1985 – Clint Eastwood
O Retorno de Ringo/Ringo Não Discute... Mata (Il Ritorno di Ringo), 1965 – Duccio Tessari
Jovens Demais para Morrer (Young Guns II), 1990 – Geoff Murphy
Hombre (Hombre), 1967 – Martin Ritt
Bravura Indômita (True Grit), 1969 – Henry Hathaway

Mais Forte que a Vingança (Jeremiah Johnson), 1972 – Sidney Pollack

Ovídio e alguns de seus livros com histórias de faroeste.

2 comentários:

  1. Uma boa lista, a do Ovídio!

    Quatro de seus filmes também estão no meu Top-Ten. Quanto ao filme "À Sombra de um Revolver", mencionado na lista alternativa, tenho o DVD mas ainda não vi. Taí um bom incentivo pra assistir. E que bela cidade é Lagoa Dourada, só poderia mesmo estar aqui em MG.

    Um abraço!

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    1. A sua lista também só tem preciosidades, Thomaz, pois há uma dificuldade real em se escolher apenas 10 entre tantos, devido às décadas de 50, 60 e 70 (sobretudo), quando o western atingiu seu ponto alto - A ERA DE OURO -. Obrigado pelos elogios, conterrâneo, e Lagoa Dourada, apesar de pequena, é conhecida nacionalmente como a capital do ROCAMBOLE, berço do jumento da raça PÊGA e melhor música sacra das festividades da Semana Santa em Minas Gerais, o que muito nos orgulha. Não deixe de ver À SOMBRA DE UMA ARMA, um bom filme e uma trilha sonora inesquecível na voz de Nico Fidenco. Um grande abraço !

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