UMA REVISTA ELETRÔNICA QUE FOCALIZA O GÊNERO WESTERN

13 de dezembro de 2012

TOP-TEN WESTERNS DE MÁRIO PEIXOTO ALVES, UM CINÉFILO COMO POUCOS



Mário Peixoto Alves começou a se interessar por faroeste com a leitura de gibis, no início dos anos 50. Como todo garoto Mário ficava extasiado com as fotos dos mocinhos nas bonitas capas e reconhecia quase todos os mocinhos dos gibis: Hopalong Cassidy, Bill Elliott, Roy Rogers, Gene Autry, Rocky Lane e outros. Mas foi exatamente em 1953, aos dez aos de idade, que Mário, começou a ampliar seus conhecimentos sobre o faroeste. Isso aconteceu quando ele ganhou de presente uma edição especial publicada pela Rio Gráfica Editora intitulada “Almanaque do Faroeste”. Esse almanaque com quase 200 páginas não continha apenas as clássicas histórias em quadrinhos, mas também uma seção especial com minibiografias acompanhadas de fotos tamanho 2x2 de todos aqueles que compunham o universo do gênero western em Hollywood. O almanaque se tornou inseparável para o garoto e era consultado a cada filme que ele assistia para ler, por exemplo, sobre Edgar Buchanan, Lyle Talbot, Gail Davis, Alan Ladd, Andy Clyde, atores mirins como Dean Stockwell e Natalie Wood e até mesmo cowboys do cinema mudo como William S. Hart.

Cinema, revistas e livros - Com a boa memória que sempre possuiu, Mário se tornou o expert entre a garotada da cidadezinha de São Félix, interior da Bahia, passando a ser o ‘consultor’ que conhecia quase todos os artistas de cinema. O primeiro faroeste que Mário assistiu, ainda menino, foi “Rápido no Gatilho” (Quick on the Trigger), com Charles Starrett, o Durango Kid. Dali em diante era rara a semana em que Mário não assistia faroestes estrelados por Tom Mix, Buck Jones, Roy Rogers, Gene Autry, Rex Allen, Tim Holt, Allan Lane, Charles Starrett, Randolph Scott, Joel McCrea, John Wayne, George Montgomery  e outros. E como quase todo menino Mário colecionava as revistas de faroeste da EBAL e da RGE, entre elas ‘Roy Rogers’, ‘Gene Autry’, ‘Rocky Lane’, ‘Reis do Faroeste’ e ‘Super-X’, coleções que por sinal Mário mantém conservadas até hoje. Passada a adolescência, já nos anos 60, os gibis de faroeste praticamente desapareceram e chegou a vez dos livros e revistas sobre cinema, especialmente westerns, que Mário passou a comprar ou assinar avidamente. Mário atualmente é assinante das publicações 'Western Clippings', 'Films of the Golden Age', 'Classic Images' e 'True West'.

George Montgomery
Contato com astros e estrelas - Morando em Salvador Mário Peixoto Alves se tornou colaborador do hoje extinto 'Portalcine', periódico editado na capital baiana. Apaixonado por cinema, Mário não se contenta apenas em assistir filmes e aumentar quase diariamente seu acervo, primeiro de VHSs e agora de DVDs. Como verdadeiro cinéfilo Mário procura conhecer, sempre que possível, os astros que visitam a Boa Terra e nos contou sobre aqueles que conheceu: “Conheci pessoalmente George Montgomery, Robert Wagner, David Niven, Arnold Moss, Thomas Milian, Anthony Steffen, Giuliano Gemma, Eduardo Fajardo, Rhonda Fleming (linda e muito educada), seu filho Kent e seu então marido Hall Bartlett, Tony Curtis e Christine Kaufmann (muito bonita) e a bela Jaqueline Bisset com o chato Mickey Rourke (arrodeado de guarda-costas) filmando, no prédio da Associação Comercial da Bahia, em Salvador, o filme “Orquídea Selvagem” (Wild Orchid). O citado prédio foi também usado como cenário de “O Cangaceiro”, semi-western italiano.

Mário Peixoto Alves e Roy Rogers.
Com os mocinhos da tela - Viajando regularmente para os Estados Unidos, Mário Peixoto Alves esteve no ‘The Roy Rogers and Dale Evans Museum’, em Victorville. Lá teve oportunidade de conhecer Roy Rogers, Dale Evans e Dusty Rogers. Ao saber que Mário era brasileiro e se expressava muito bem em Inglês, Roy se interessou em conversar mais longamente com aquele fã. Quando visitou o Museum of Western Heritage, criado por Gene Autry, Mário conheceu Monte Hale que era um dos diretores do fantástico museu. Nas suas andanças por Los Angeles, Mário teve a oportunidade de abraçar Rex Allen, um de seus ídolos de infância e também Harry Carey Jr. e Ben Johnson, queridos atores da Ford Stock Company. Mário Peixoto Alves é casado, pós-graduado em Administração de Empresas e reside em Salvador, de onde envia seus abalizados comentários para este blog. E este cinéfilo baiano gentilmente atendeu ao pedido de WESTERNCINEMANIA nos enviando a lista de seu Top-Ten Westerns, todos acompanhados de brilhantes comentários, lista publicada a seguir sem ordem de preferência.


Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 – John Ford
É um filme por demais comentado, pouco ou nada se tem a acrescentar. Está praticamente em todas as listas dos melhores filmes e melhores westerns. Acredito ser uma das grandes interpretações de John Wayne como Ethan Edwards, ao lado de J. B. Brooks em “O Último Pistoleiro” (The Shootist), Rooster Cogburn em “Bravura Indômita” (True Grit), Tom Dunson em “Rio Vermelho” (Red River) e como o Cap. Nathan Brittles em “Legião Invencível” (She Wore a Yellow Ribbon). Pode-se, também, afirmar que foi o filme de John Ford que mais contém cenas memoráveis e como sempre, o mestre Ford já entregava suas obras aos editores praticamente montadas, assim evitava as intervenções dos produtores.

Meu Ódio Será Sua Herança (The Wild Bunch), 1969 – Sam Peckinpah
Filme polêmico e maldito quando do seu lançamento, porém posteriormente tornou-se um clássico. Sam Peckinpah dá uma lição de cinema, narrando os últimos dias de um grupo de bandoleiros que têm por objetivo praticarm um assalto que lhes garantiria um polpudo rendimento para se aposentarem e viverem em algum lugar no México. A direção, a edição, o roteiro, a fotografia, a trilha sonora e o elenco são excepcionais. É um western violento e realista nas cenas em que o “slow motion” mostra a violência com toda a sua crueldade.

Pistoleiros do Entardecer (Ride the High Country), 1962 – Sam Peckinpah
Filme que teve péssimo lançamento pela MGM e foi, também, ignorado pela crítica até ser reconhecido quando ganhou diversos prêmios em festivais internacionais (entre outros o Gran Prix na Bélgica e Silver Goddess no México). Foi o segundo longa metragem dirigido por Sam Peckinpah, produção que antecede “Wild Bunch” em cinco anos. Narra a história de dois aposentados homens-da-lei (Randy Scott e Joel McCrea) que vivem de trabalhos avulsos, sendo contratados para buscarem um carregamento de ouro em uma mineração na região de High Sierras. Quando partem para a missão, acompanhados pelo jovem Heck (Ron Starr), são surpreendidos com a presença da, também, jovem Elsa (Mariette Hartley) que fugia de seu pai fanático religioso para se casar com um dos irmãos Hammond. O filme retrata a nostálgica transição do velho oeste para a civilização, o conflito das gerações, a brutalidade e a perversidade de uma família (os irmãos Hammonds), o preconceito religioso, a corrupção, a repressão sexual e, sobretudo, o respeito pela amizade (brevemente interrompida) entre os dois protagonistas como retratado no confronto final quando Scott e McCrea enfrentam cara a cara os psicóticos Hammonds. Direção, roteiro, diálogos e interpretações de primeira linha.

Sete Homens Sem Destino (Seven Men from Now), 1956 – Budd Boetticher
Foi o primeiro filme do trio Scott-Boetticher-Kennedy e produzido pela empresa de John Wayne a Batjac. Randolph Scott (Ben Stride) é um homem obcecado pela vingança que parte à procura de sete homens desconhecidos, sendo que um deles matou a sua mulher durante um assalto no escritório da Wells Fargo.  No caminho encontra um inexperiente casal de viajantes (Gail Russell e Walter Reed) que estão a caminho de um pequeno povoado. A tensão vai aumentando quando o psicótico Lee Marvin (excelente) e seu companheiro Donald Barry juntam-se ao grupo, ao mesmo tempo em que John Larch e o seu bando esperam o produto do roubo da Wells Fargo, o qual vinha sendo transportado por um imprevisível emissário. Daí até o inevitável confronto entre Scott e Marvin, há sequências memoráveis. É um filme para se ver mais de uma vez para captar todo o seu potencial, apesar dos 78 minutos de projeção.

O Último Pistoleiro (The Shootist), 1976 – Don Siegel
Esse filme foi o adeus de John Wayne das telas dos cinemas e TV, na época, com quase 50 anos de profissão e que morreria aos 72 anos de idade em 1979. Narra os últimos dias de vida do pistoleiro J.B. Brooks que estava morrendo de câncer. A fim de se encontrar com um médico seu amigo (James Stewart) vai para Carson City, Nevada, com o objetivo de aliviar sua dor e morrer com dignidade. Assim, escolhe o dia do seu aniversário para enfrentar os seus maiores inimigos ainda vivos. O roteiro mostra o cinismo dos habitantes da cidade de Carson City, Nevada, em 1901, com sua modernidade (bondes, automóveis, telefone etc.), cuja ação se desenrola logo após a morte da Rainha Victoria. A narrativa inicia com “clips” de antigos filmes de JW nos quais ele enfrenta e mata diversos oponentes. Pode-se dizer que foi uma oportuna homenagem a um dos maiores astros do século 20, talvez o maior. Não sei porque John Wayne, não foi indicado ao Oscar de melhor ator daquele ano. A direção do veterano Donald Siegel, embora um pouco lenta, está contida dentro do clima proposto pelo roteiro, assim como a fotografia de Bruce Surtees e a música de Elmer Bernstein.

Um Certo Capitão Lockhart (The Man from Laramie), 1955 – Anthony Mann
É um dos cinco westerns dirigidos pelo “expert” no gênero Anthony Mann com o seu ator preferido James Stewart que juntamente com “O Preço de um Homem” (The Naked Spur) representam os seus melhores trabalhos. O tema é a vingança tendo como principal protagonista o eficiente James Stewart à procura do homem que vendeu armas aos índios causando a morte de seu irmão caçula. O roteiro leva JS ao povoado de Coronado e lá entra em confronto com o barão de gado local (Donald Crisp), cujo filho (Alex Nicol) é sanguinário e covarde, além do lobo em pele de carneiro (Arthur Kennedy).  Anthony Mann dirige com o olho na ação e proporciona a James Stewart um dos seus melhores desempenhos. Conhecidos coadjuvantes como Jack Elam, James Millican, Frank De Kova, Eddy Waller, John War Eagle e outros desfilam em pequenos papéis.

Um Homem Difícil de Matar (Monte Walsh), 1970 – William Fraker
Foi a estréia do diretor de fotografia William Fraker na direção, cujo roteiro teve como base o livro de Jack Schaefer (autor de Shane) com trilha sonora de John Barry. Monte Walsh (Lee Marvin) e Chet Rollins (Jack Palance) são dois cowboys de meia idade que enfrentam os últimos dias do velho oeste devido ao avanço da civilização, quando os cowboys estavam sendo desempregados e alguns deles para sobreviverem tornaram-se assaltantes ou assassinos de aluguel. A grande atriz francesa Jeanne Moureau interpreta uma prostituta que tem a esperança de se casar com Walsh. É um western sombrio, cujo roteiro procura retratar a realidade da vida dos cowboys em seu cotidiano, com brigas, momentos de ternura, amizade e vingança. Lee Marvin está convincente como sempre, Jack Palance sem caretas e exageros tem um desempenho discreto e até comovente, Jeanne Moreau dá força a sua personagem. O elenco de apoio se comporta com competência destacando-se Jim Davis, Mitchel Ryan, Roy Barcroft e Allyn Ann McLerie entre outros. A direção do estreante Fraker é segura e adequada ao roteiro.  Há certas semelhanças com “E o Bravo Ficou Só” (Will Penny), 1968, de Tom Gries.

O Homem que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance) – 1962 – John Ford
Outro grande filme de John Ford e como “Rastros de Ódio” tudo ou quase tudo já foi dito pelos críticos. É uma produção fotografada em p&b, quase todo confinado aos palcos de som e ao “backlot” do estúdio da Paramount. É diferente dos outros westerns do diretor que privilegiava os grandes espaços, a narrativa é em “flash back” iniciando com o enterro do personagem Tom Doniphon, interpretado por John Wayne. Todo o elenco está perfeito, além dos principais, destacam-se Lee Marvin como o facínora do título e os seus dois comparsas Lee Van Cleef e Strother Martin, Edmond O’Brien brilha como o jornalista, Woody Strode é o ex-escravo, John Carradine é um dos oradores entre outros conhecidos coadjuvantes. A frase dita pelo repórter ao senador tornou-se antológica: "This is the west, sir. When the legend becomes fact, print the legend" (Este é o oeste, senhor. Quando a lenda se torna fato, imprima a lenda) que, Inclusive, serviu de inspiração para o título do livro do mestre A. C. Gomes de Mattos, “Publique-se a Lenda: A História do Western” (Editora Rocco, 2004).

Consciências Mortas (The Ox-Bow Incident), 1943 – William A. Wellman
“Western noir” realizado em 1943, em p&b, com 75 minutos de projeção, é um alerta sobre a justiça com as próprias mãos e o pré-julgamento, quando alguém movido pelo ódio leva cidadãos decentes em momento de fúria a matarem inocentes. Embora não seja um western tradicional com heróis e bandidos, a história é linear; porém, narrada com habilidade mantendo o interesse da audiência até o final quando tudo fica esclarecido e o mal feito não tem reparo. Foi indicado ao Oscar de melhor filme.

O Cavalo de Ferro (The iron Horse), 1924 – John Ford 
Se não foi John Ford quem inventou os chamados “clichês”, ele os reinventou e tornaram-se o básico para os westerns subsequentes. “O Cavalo de Ferro” (The Iron Horse) e “No Tempo das Diligências” (Stagecoach) se complementam nesse sentido. Embora seja um filme mudo realizado nos primórdios do cinema tem todos os ingredientes de um western clássico. “Aliança de Aço” (Union Pacific) de Cecil B. DeMille, produção de 1939, tem enredo similar.

43 comentários:

  1. Onde está o SHANE !! A obra prima de George Stevens não está nesta lista ?
    Um abraço !!

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    1. Lau

      O filme "Shane" poderia constar em qualquer lista dos dez melhores westerns, porque tem qualidades técnicas e artisticas para isto. No entanto, escolher os dez melhores westerns em um universo de centenas de outros westerns tão bons quanto "Shane" não é uma tarefa fácil.

      Os dez westerns aqui relacionados não foi com a pretenção de que eles sejam os melhores, mas, sim,representam uma reflexão dentro do universo retrocitado com base em critérios pessoal e critico.

      Grato por seu comemtário.

      Mario

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  2. OLá, Lau Shane - Os Brutos Também Amam é um dos faroestes mais admirados do cinema, mas não é uma unanimidade, como aliás nenhum outro o é. Depois da sua observação verifiquei que de todos os Top-Ten Westerns publicados aqui no Westerncinemania, em nove deles Shane não consta. Um abraço - Darci

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  3. Se para 100 Top-Ten levantados,apenas 9 não relacionaram o SHANE,até que está bom !!! Não existe unanimidade,isto é certo.
    São preferências pessoais e isto não se discute !!!
    Mas que o SHANE é o melhor western já feito em todos os tempos, isto é uma verdade !!!! Abraços !!! Lau (Indaiatuba)

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    1. Caro Lau Shane. Deve ter havido algum equívoco. O número de Top-Tens do Westerncinemania chegou a 31. Como é publicado um Top-Ten por mês, espero chegar ao centésimo um dia. Um dos leitores do blog, fez há meses, uma estatística e até aquele momento Shane estava em primeiro lugar na preferência dos pesquisados pelo blog. Lembro também que em 2011 foi feita uma enquete aberta a todos neste blog e Shane ficou em segundo lugar. Em 2013 o Westerncinemania deverá promover nova enquete pois o número de pessoas que acessam o blog atualmente é muito maior.
      O caro e sempre ponderado Moço de Adolfo desta vez se contradiz ao afirmar que preferências pessoais não devem ser discutidas e em seguida afirmar que é uma verdade (irrefutável) que Shane é o melhor western já feito. O Palestra tira qualquer um do sério... - Um abraço do Darci

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  4. Acompanho as listas de melhores faroestes deste ótimo blog e considero a lista do senhor Mario muito boa uma das melhores listas lembrando do ultimo filme de John Wayne. Outro faroeste muito bom é "Um certo capitão Lokarth" lembrado pelo senhor Mario. Parabens pela escolha.
    Anisio Fagundes

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    1. Prezado anônimo,

      Grato por suas considerações.

      Mario

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    2. Sr. Anisio. Acompanho este blog desde que apresentaram a uns tres meses. Estou lendo ele diariamente e nunca li nenhum comentário seu. Será que só hoje o sr. resolveu escrever. Tem tanto Set List sensacional e não li nada. Um abraço. Saudações do JOHN WAYNE.

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  5. Olá, Darci, Mário...

    Privilegiado cinéfilo, sem dúvida, tendo contato direto com artistas que a imensa maioria cinéfila só tem pela tela; o elemento atenuador é que esse último é a melhor parte, pelo menos de um ponto de vista cinéfilo. Quanto à lista, é um lista corajosa, o Mário atreveu-se a ser cobrado por inúmeras ausências como a de Shane. Mas o importante é a diversão, e embora a lista não seja tão comum assim, traz filmes bons, com um inesperado The Iron Horse! Percebemos que o Mário é um cinéfilo clássico, daqueles da linha Ford, Wayne, e para quem provavelmente um eurowestern, p.e., não tem vez.

    Abraço a todos!

    Vinícius Lemarc

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  6. Olá, Vinicius - Você tem razão. O Mário não mencionou o eurowestern, mas tenho certeza que ele vai responder a sua observação. Não há como negar uma certa rejeição ao eurowestern entre aqueles nascidos antes de 1950. É necessário certa dose de boa vontade para superar conceitos definidos. Assisti O Grande Silêncio e as qualidades do filme são surpreendentes. Sei que o número de muito bons eurowesterns, os conhecidos spaghettis, é reduzido diante da avalanche filmada entre 1965 e 1975, mas vale o garimpo com a ajuda de quem conhece melhor a vertente européia, como você. - Um abraço do Darci

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    1. Prezados Vinícios e Darci,

      Eu poderia ter citado entre os dez relacionados pelo menos um eurowestern, porém o que coloquei anteriormente para Lau Shane creio que esclarece o critério por mim adotado. Por outro lado, não tenho algum preconceito com os eurowesterns, tenho o maior respeito por diretores como Sergio Leone, Sergio Solima, Bruno e Sergio Corbucci, Tonino Valeri, Robert Hossein, Decio Tessari, Enzo Castelari, Damiano Damiani, Giulio Petrone entre outros que tiveram a coragem de incursionarem em um gênero tipicamente norte-americano.

      Além dos cinco eurowesterns realizados por Sergio Leone, os quais são os mais conhecidos e comentados, posso citar outros que considero bons e excelentes, tais como: “O Vingador Silencioso” (The Great Silence), “Cemitério sem Cruzes” (Une Cord, Un Colt), “O Dia da Vingança” (The Big Gundown), “A Morte Anda a Cavalo” (Death Rides On Horse, “Companheiros” (Companeros), “Os Violentos Vão para o Inferno”(The Mercenary), “Django” (idem), “O Preço do Poder” (The Price of Power) e “Uma Bala para o General”(A Bullet for the General) para não exceder espaço.

      É importante salientar que os americanos também souberam pagar tributo aos eurowesterns quando em alguns westerns produzidos nos Estados Unidos copiaram o estilo dos diretores europeus como pode-se ver em “A Marca da Forca” (Hang’em High)de Ted Post, “Josey Wales , O Fora da Lei (Outlaw Josey Wales) de C. Eastwood, “Barquero” (idem)de Gordon Douglas etc.

      Para encerar,como ilustração, muito antes da fase dos eurowestern, os franceses já produziam westerns com um ator chamado Joe Hamman ( The French Cowboy) entre 1907 e 1913, bem como os Alemãs nos anos ’30.

      Grato por suas observações,

      Mario

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  7. Brincadeiras à parte , e eu provoco sempre, qdo o filme citado é
    SHANE, a lista do prezado Mário Peixoto é muito boa. Certamente
    7 destes filmes também estão na minha lista de preferidos.
    O importante é esta troca de informações e comentários sobre os
    filmes de western. A propósito,vou procurar "Cavalo de Ferro" de
    1924 (john ford) .Quero rever este filme !!
    Aliás,recentemente Tom Selleck refilmou Monte Walsh,com Isabella
    Rosselini,e ficou muito bom. Acho que o roteiro é o mesmo !!!
    A fotografia é belíssima. Filme bem feito !!
    Um abraço a todos !!

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  8. Sinceramente. Não entendi porque tiraram do ar os comentarios do Oto Varella. Ele não falou nada demais. As criticas foram só para o Top e não achei nada demais. Sinceramente nnão entendi nada. Por favor explique-me sr. Darci, foi atraves dele que conheci o seu blog que é muito bom. Não entendi nada. Oas comentarios meram todos normais.

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  9. Manoel Lira Figueira15 de dezembro de 2012 20:31

    Estou no seu blog desde as l8 horas. Não sou de enviar comentarios ( so mandei em dois) que me tocaram. Mas porque "limaram" como falou o missivista dos comentarios. O top é normal. Não li op que ele escreveu mas como ele diz nao foi nada ofensivo. Aprendi a gostar deste blog, não escrevo mas hoje fiquei chateado por esta situação. O que houve? A lista é normal. Já vi melhores e nenhum comentário,

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  10. Manoel Lira Figueira15 de dezembro de 2012 20:34

    Sem ser chato. Quem é o moço do Adolfo.

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  11. Srs. Mário Lúcio e Manoel Lira - São inaceitáveis os termos utilizados em alguns comentários feitos nesta postagem e por essa razão excluídos. Pode-se discordar frontalmente de opiniões divergentes das nossas mas fazendo-o educadamente. Este blog reserva-se o direito de não publicar comentários agressivos e desrespeitosos. Cito como exemplo os comentários acima que, embora com opiniões divergentes, são feitos educadamente e resultam em troca saudável de opiniões. - Darci Fonseca, responsável pelo blog Westerncinemania.

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  12. Este cara sou eu .........!
    Olá Manoel ! Eu nasci numa cidade chamada Adolfo-Sp, e o Darci,sabendo disto há muitos anos,me dá este crédito !!
    E por achar SHANE o melhor western de todos os tempos, e sempre
    questionar quando o assunto é este filme de George Stevens,a
    gente brinca de "fanático" e faz os comentários. Numa boa,e com
    o respeito que todos me merecem !! Não há unanimidade nas listas de preferidos,é lógico,mas é interessante conhecer a preferência de cada amigo do westercinemania. Abraços a vc!!

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    1. O Moço de Adolfo (Lau Shane) fazendo concorrência ao Rei Roberto Carlos... Muito boa essa. - Darci

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    2. Manoel Lira Filgueira15 de dezembro de 2012 21:11

      Em algum momento eu menospresei a lista do citado? Só fiz comentários de alguns filmes deveras ruins que eles listou. SHANE e a obra prima dos faroestes assim como RASTROS DE ODIO. Veja a lista do meu amigo Campos e do Sr. Vinicius e por favor faça um comentário. Obrigado poe ter me respondido. Tenho certeza de que não escrevik nada demais. A critica as vezes magoa as pessoas, mas que os filmes desta lista são racos, são. Obrigado

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  13. Em momento algum falei sem respeito ao blog. Juro que não entendi nada. So fiz comentários há alguns filmes que são realmente ruins, mais nada. Penso que quem acessa o seu blog tem po direito de discordar ou não. Continuo a ler o blog (gposto de faroeste) mas n~çao concordo com a sua atitude. Em momento algum falei alguma coisa que os outros não pudessem ler. Um blog é para ter comentarios( bons ou ruins). Como V. Sa. fala do Rubens Ewald, leia o seu blog e veja a humildade com que ele aceita todas as criticas. Agradeço por ter me respondido, mas os srs. Mario e Manoel não tem nada a ver com a situação. A resposta deveria ter sido para mim. Continuo a ler o seu blog. O artigo sobre O portal do paraaiso foi muito bom

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  14. Quer dizer que só vale elogio. Prove quando faltei ao respeito ao seu blog?

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  15. Olá, Oto Varella - O caso não é de ter ou não humildade para aceitar críticas. A questão é como as críticas são feitas e, no caso diversas delas, algumas suas, foram formuladas em tons ofensivos ao elaborador da lista, o que é inadmissível.
    Agradeço os elogios e o blog segue humildemente tentando falar aos fãs de faroestes e mensalmente mostrando a eles listas de dez faroestes preferidos. São listas pessoais porque ninguém neste mundo é dono da verdade. Listas sempre gerarão discordâncias que como já disse no mais das vezes são ótimas porque aprendemos com elas. - Um abraço do Darci.

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    1. Continuo afirmando que em nenhum momento ofendi a dignidade e a personalidade da pessoa que enviou o top list. Criticas sempre vão existir e nãqo vi nenhum comentário da pessoa que fez o top list. Não é ppor causa disto que deixarei de ler o sert blog, mas seja mais simplorio, nunca você vai agradar todoi nundo e neste caso a critica era para quem fez o top list e não para o senhor ( não sei quantos anos o sr. tem) eu tenho 42. Abraços

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  16. ONDE ESTÁ "SHANE"?

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  17. Otto - Evidentemente entendi que a crítica não era para mim, porém como editor do blog sinto-me na obrigação de evitar a publicação de comentários, como já disse, agressivos e até ofensivos. E espero continuar tendo você como leitor e mesmo um dia publicar seu Top-Ten. A esta altura creio que muitos devam estar ansiosos para conhecer suas preferências no faroeste, gênero que tanto gostamos. - Um abraço do Darci.

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  18. Um ótimo TopTen!
    Acho difícil escolher os 10 melhores no meio de tantos filmes ótimos. Deixo Shane entre esses 10 melhores, mas somos pessoas diferentes com critérios diferentes.
    Na lista, há dois filmes que ainda não assisti, mas com certeza devem ser ótimos.
    Parabéns pelo Top Ten

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  19. Sr. Oton Varela,

    Em primeiro lugar não conheço o senhor e o senhor não me conhece. Quando o Darci Fonseca gentilmente me convidou para preparar um “Top-Ten” deu-me inteira liberdade de escolha e assim eu preparei os dez westerns que são os mais significativos para mim, não estou listando os dez melhores, porque os aspectos que levam alguém escolher que um western ou um filme de qualquer outro gênero é melhor ou pior do que o outro são inerentes a cada pessoa. E cada um tem o direito inalienável de se expressar de acordo com o seu conhecimento sobre o assunto, sem ofender ou humilhar quem quer que seja.
    Em segundo lugar, quando respondi ao Sr. Vinícios sobre os eurowesterns, não afirmei que “Barquero” era bom ou ruim, apenas citei que em determinado momento os westerns americanos copiaram os europeus na narrativa e nas seqüências de violência e quando citei o ator Joe Hamman não quis dizer que os franceses e os alemãs sabem fazer westerns melhores do que os norte-americanos , mas que historicamente desde os primórdios do cinema eles têm admiração por um gênero tipicamente norte-americano, como os espanhóis, italianos , mexicanos, japoneses e até o Brasil se inclui na produção desse gênero de filme.

    Em terceiro lugar, o senhor não tem o direito de me mandar estudar e analisar os westerns americanos para voltar ao blog, não sou ignorante no assunto e posso discutir com qualquer um, salvo talvez com a sua pessoa.

    O que é demagogia? Quando coloquei na minha relação “O Cavalo de Ferro”, “Monte Walsh” e “O Último Pistoleiro” é porque é minha prerrogativa, o meu direito de expressar o meu gosto não é querer ser diferente. Os considero ótimos filmes e não os assisti somente uma vez para abalizar o meu comentário.

    Se não coloquei “Shane”, “The Magnificent Seven”, “Três Homens em Conflito”, "Os Imperdoáveis" e outros consagrados considerando os critérios por mim estabelecidos, porém, repito, os estou julgando se são piores ou melhores dos que eu listei.

    Sr. Otto aceito críticas e discordâncias, porque o assunto é aberto à discussão, mas não da forma ofensiva como o senhor as colocou.

    Darci desculpe-me, mas eu tinha que responder, eu não sou criança (tenho 69 anos de idade)ou retardado para aceitar a maneira descortês do Sr. Otto.

    Infelizmente li os comentários após as suas colocações. Agradeço a sua interferência, aqui encerro o assunto e, talvez, a minha participação como colaborador para não contaminar o seu excelente trabalho.

    Agradeço àqueles que emitiram comentários com respeito às opiniões por mim emitidas.

    Tudo de bom,

    Mario Peixoto Alves


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  20. Darci

    O parégrafo correto é "Se não coloquei “Shane”, “The Magnificent Seven”, “Três Homens em Conflito”, "Os Imperdoáveis" e outros consagrados considerando os critérios por mim estabelecidos, porém, repito, não os estou julgando se são piores ou melhores dos que eu listei.

    Grato,

    Mario Peixoto Alves

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  21. Olá, Mário - Perfeita sua posição com palavras claras, objetivas, inteligentes e sempre educadas. Só não posso aceitar quando você diz ser possível encerrar sua colaboração com este blog. Se isso vier a acontecer considero perda irreparável pela qualidade de seus comentários e pela sua extraordinária cultura cinematográfica, mais especialmente quanto ao gênero western.
    Lembro que quando da publicação do Top-Ten do amigo João Luiz Pinto de Moura, que também deixou Os Brutos Também Amam de fora, foi o João Luiz alvo de críticas agressivas por parte de leitores com pontos de vista extremistas que não são capazes de conviver com opiniões diferentes das suas. Desgostoso, o amigo João Luiz Pinto de Moura não mais retornou a este blog, pelo menos nunca mais postou um comentário, numa grande perda para o blog.
    Espero que sua resposta educada e justa ajude a fazer com que os comentários neste blog tenham respeito pelas opiniões de outros leitores.
    Você como conhecedor profundo de cinema sabe que muitos autores, historiadores e críticos que escrevem sobre western, também não têm Shane (ou Rastros de Ódio ou Meu Ódio Será Sua Herança ou outros faroestes famosos) entre seus westerns preferidos. Nem por isso deixamos de ler, estudar e respeitar esses autores, entre os quais você de certa forma se alinha.
    Grande abraço do Darci

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    1. Prazado Darci,

      Você é um "gentleman". A qualidade e o objetivo do seu trabalho deve continuar enquanto existirem leitores e colaboradores que saibam respeitar a sua linha editorial que é impecável, bem como os seus inteligentes comentários, os quais se afastam do lugar comum e da repetição.

      Retornarei quando for necessário. Vamos esquecer esse episódio.

      Mario Peixoto Alves

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  22. Caro Mário,
    parabéns pela sua bela lista. Adorei você ter incluído Pistoleiros do Entardecer, um filme que anda meio esquecido, provavelmente por não ter saído em DVD no Brasil (ou saiu?), e que tem um dos mais belos e melancólicos finais que já vi. De toda sua lista só não vi "Cavalo de Ferro" e "Monte Walsh" e concordo com você: todos são ótimos e merecem estar em qualquer lista de fã. Agora, enquanto muita gente reclama de Shane, eu reclamaria de outro filme: cadê Onde Começa o Inferno? Será que não dá prá incluir num hipotético Top Eleven?

    Abraços calorosos de um fã de western que nunca conseguiria citar só dez porque existem centenas de grandes faroestes. Se pesquisar bem, até filme de Audie Murphy (tão malhado... tão malhado...) entraria.

    Happy trails for us all.

    José Tadeu
    Poços de Caldas, MG

    PS - Desculpe eventuais erros de Português. Infelizmente, não terei tempo de reler o que escrevi.

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    1. Prezado José Tadeu,

      "Os Brutos Também Amam", "Onde Começa O Inferno", "Os Imperdoáveis","Matar ou Morrer", "Três Homens em Conflito", "Da terra Nasce Os Homens" e centenas de outros merecem estar entre os dez nelhores westerns, gosto de todos eles. Mas,são apenas dez para escolhermos.

      "Pistoleiros do Entardecer" foi lançado recentemente pela Classicline e ainda está a venda.

      Audie Murphy, já assisti todos os seus filmes até os especiais feitos para a TV, gosto muito dele e especialmente os seus trabalhos em "O Passado Não Perdoa", "A Glória de Um Covarde", "A Bala que Não Erra", "O Americano Tranquilo","A Passagem da Noite" e "Terrivel como o Inferno".

      Grato por sua intervenção, tudo de bom.

      Mario Peixoto Alves

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  23. Mario Peixoto !! Com licença do Darci, vc é muito importante para o blog westercinemania,o melhor do gênero na internet.
    Seu conhecimento de cinéfilo e estudioso que é da 7a arte,precisam ser preservados e repartidos conosco,seguidores do blog. Listas de preferências sáo sempre discutíveis,e sáo sempre pessoais. Minhas colocaçóes foram para apimentar o debate,mas sempre com o devido respeito a todos.
    Um abraço a vc !!

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    1. Prezado Lau,

      Grato por sua intervenção, já esqueci o assunto. Tudo de bom e FELIZ NATAL.

      Mario Peixoto Alves

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  24. Olá, José Tadeu, da querida e dançante Poços de Caldas - Endosso sua observação quanto a Onde Começa o Inferno. Veja você que um crítico do calibre de Inácio Araújo cita esse filme de Howard Hawks como o melhor que ele já assistiu, primeiro lugar na lista que Inácio remeteu para a revista Sight and Sound para a enquete de 2012. Por outro lado lhe pergunto: qual western de Audie Murphy pode ser considerado melhor que os listados pelo Mário Peixoto, excetuados, claro, O Cavalo de Ferro e Monte Walsh que você ainda não viu? - Um abraço do Darci

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  25. Caro Darci,
    Não, nenhum do Audie Murphy substitui a lista do Mário. Só citei ele prá apimentar a conversa. Mas ele tem um filme B que é muito bom e que o próprio Mário citou quando respondeu minha mensagem: Balas Que Não Erram, em que ele faz um pistoleiro e todos na cidade que têm algo sujo no passado, acham que ele veio matá-los. Mas a verdade só aparece no final. Tem também aqueles em que ele foi coadjuvante: O Passado Não Perdoa e A Passagem da Noite (que o Mário também citou, o cara sabe tudo...mas nenhum estaria entre os dez melhores).
    Abraços
    José Tadeu

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  26. Olá, José tadeu - Gosto muito de O Passado não Perdoa, filme malhado pela crítica. Não considero esse como um filme de Audie Murphy e sim um filme no qual ele atua e até que bastante bem rodeado por alguns dos melhores atores e atrizes do cinema. Balas que não Erram já foi resenhado neste blog e tem como bônus um excelente comentário do Mário Peixoto Alves. Dê uma olhadinha nessa postagem.
    Um abraço do Darci

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  27. Quando uma pessoa faz algum comentário sobre qualquer assunto, tem que estar preparada para receber criticas e não somente elogios. Por que temos sempre que elogiar quando o artigo não é do seu agrado. Filmaços foram massacrados pela critica e elogiados pelo publico e vice e versa. Este TOP TEN mostrou que devemos somente elogiar e nun ca dar a opinião. Lamentável. Mas continuo afirmando colocar O CAVALO DE FERRO e Monte Walsh como grandes faroeste é pedir demais. Quando eu tiver de fazer comentários so vou elogiar pois este é o objetivo dos costumeiros assiduos do blog.

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    1. Muito grato pelas sábias palavras que visam orientar a linha editorial deste blog que o comentarista chama de 'lamentável'. Por sorte há diversos outros blogs na Internet, quase todos melhores que o Westerncinemania, nos quais o comentarista pode expressar sua democrática e cortês opinião de profundo conhecedor de westerns. Isto mesmo desconsiderando os critérios que possam levar alguém a fazer uma lista que não seja do seu agrado. - Darci Fonseca

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  28. Prezado Mário Peixoto Alves, volto a sua lista para responder a um comentário desairoso por parte do senhor otovarela, sou fan deste blog mas não costumo fazer muitos comentarios. esse otovarela tem implicancia com quase todos os comentaristas e parece que so ele entende de faroestes, disse e repito que sua lista é uma das melhores que li ate agora e dou meus parabens ao senhor pelos comentarios perfeitos que da gosto ler. Gostei muito de saber das historia da sua vida e das suas viagens pelos museus. continue assim. AnisioFagundes

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  29. Prezado Anísio,
    Sempre estive aberto às críticas porque elas nos chamam a atenção de detalhes não observados e nos permite melhores reflexões sobre o que falamos, escrevemos ou o que fazemos no cotidiano. Quando aceitei o amável convite do Darci Fonseca e relacionei os dez westerns, que até então são os mais significativos para mim, foi com base em critérios pessoais e críticos, nada mais. Não consigo ver competição nesse tipo de exposição e acredito que o Darci também pensa nesse sentido.

    Vamos ajudar a manter o "WESTERNCINEMANIA" com a lisura do seu criador e editor, enquanto os admiradores desse gênero imortal resistirem ao tempo e às adversidades.

    Grato por suas considerações.

    Desejo-lhe um grande 2013.

    Mario Peixoto Alves

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  30. Que bom ver "O Cavalo de Ferro" e "Consciências Mortas" por aqui. E quantas discussões por causa do Top-Ten do Mário rs... Tudo isso também faz parte do Mundo do Faroeste rs...
    Um abraço a todos!

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  31. Se não em engano. faltou o clássico MATAR OU MORRER com gary cooper. direito ao oscar de 1954

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