UMA REVISTA ELETRÔNICA QUE FOCALIZA O GÊNERO WESTERN

6 de abril de 2011

QUEM FOI A MAIOR BILHETERIA DO CINEMA, JOHN WAYNE OU CLINT EASTWOOD?


John Wayne e Clint Eastwood foram os dois maiores astros do cinema de todos os tempos. Essa afirmação não é ditada pelo gosto pessoal, mas sim pelas estatísticas que demonstram haver sido os dois os maiores campeões de bilheterias da história do cinema. E muito, mas muito mesmo, distante dos demais. Desde 1932 é feito anualmente o levantamento pelo International Motion Picture Almanac, dos Top-Ten Money-Making Stars, que aponta os astros cujos filmes deram as melhores bilheterias.

John Wayne entrou para o Top-Ten pela primeira vez aos 42 anos de idade, em 1949 (7.º lugar), permanecendo na lista até 1974, com exceção de 1958, quando não esteve entre os dez mais. Duke esteve entre os Top-Ten por 25 vezes no total. Clint Eastwood apareceu pela primeira vez nessa lista aos 38 anos de idade, em 1968 (6.º lugar), não mais saindo dos Top-Ten até 1986. Retornou depois nos anos de 1992 (8.º) e 1993 (1.º). Clint totalizou 21 aparições na lista dos Top-Ten.

John Wayne obteve a primeira colocação por quatro vezes (1950, 1951, 1954 e 1970). Clint foi o campeão por cinco vezes (1972, 1973, 1983, 1984 e 1993). John Wayne foi vice-campeão por cinco vezes (1956, 1957, 1963, 1965 e 1969). Clint foi vice-campeão por seis vezes (1970, 1971, 1974, 1979, 1981 e 1982).

Se atribuirmos uma escala inversa de pontos para cada colocação obtida (exemplo: 1.º = 10 pontos, 2.º = 9 pontos, etc.), John Wayne totalizou 172 pontos contra 165 pontos de Clint Eastwood. Vale lembrar que a carreira de John Wayne durou 46 anos e ele atuou em 89 filmes (descontados os “Bs”, os seriados feitos antes de 1939 e os filmes em que ele não recebeu crédito pela participação). A carreira de Clint Eastwood como ator completou 55 anos, com 49 filmes em que ele foi creditado. (descontados aqueles em que ele não foi creditado, no início de carreira).

Se o prêmio Oscar ajuda alguma coisa, John Wayne recebeu um como Melhor ator por “Bravura Indômita”, de 1969. Clint foi indicado como Melhor Ator por duas vezes (“Os Imperdoáveis”, 1992 e “Menina de Ouro”, 1994), sendo derrotado nas duas ocasiões. Por outro lado Eastwood já recebeu dois prêmios Oscar como Melhor Diretor, justamente por “Os Imperdoáveis” e “Menina de Ouro”, além de ter sido indicado como Melhor Diretor outras duas vezes. Clint Eastwood é, portanto, um diretor consagrado, tendo dirigido 32 filmes até hoje. John Wayne, por sua vez, dirigiu apenas dois filmes (“O Álamo” e “Os Boinas Verdes”).

Como estamos falando de atores e não de diretores, seria justo dizer que John Wayne teve a honra de ser o ator preferido de John Ford, um dos maiores diretores de cinema de todos os tempos. Duke foi dirigido por Ford em 14 filmes, nove deles westerns, quase todos eles clássicos ou obra-primas. Clint Eastwood teve também o orgulho de ser dirigido por Sergio Leone na famosa trilogia dos dólares. Porém os westerns nunca foram verdadeiramente blockbusters, o que não traz muita vantagem para Wayne que passou muito mais tempo em cima da sela com chapéu, botas e colts do que Clint Eastwood.

Todos esses dados, porém, não são suficientes para apontar quem foi o maior dos dois atores, o que também, a rigor, pouco interessa. Até porque o jogo não acabou pois Clint ainda filma, aos 80 anos. O que vale é que os cinéfilos de todas as idades tiveram com os filmes de John Wayne e de Clint Eastwood alguns dos maiores momentos da 7.ª Arte. E os westernmaníacos podem revezar os grandes faroestes de John Wayne com os também muito bons westerns de Clint Eastwood.

5 de abril de 2011

OS GRANDES TEMAS DOS WESTERNS DA TV


Assista o vídeo acima e relembre 14 dos grandes
seriados da TV com pequenos trechos de seus respectivos
e inesquecíveis temas musicais.

ROCKY LANE E CLINT EASTWOOD JUNTOS

Allan Rocky Lane e Clint Eastwood foram grandes ídolos dos fãs de faroestes, cada um em seu tempo. Quando Clint se iniciou no cinema Rocky Lane já não mais cavalgava seu Black Jack e não mais trocava socos com Roy Barcroft. Rocky ainda tentou voltar como Red Ryder no novo veículo que era a televisão, mas não obteve sucesso e nos anos 60 praticamente ninguém mais ouviu falar de Allan Rocky Lane. Para sobreviver o ator teve que dublar um cavalo chamado Ed na série “Mr. Ed”, feita para a televisão. Rocky era uma pessoa bastante orgulhosa e colocou uma cláusula no contrato para que seu nome não aparecesse nos créditos da série. Nos anos 60 Clint Eastwood começou a fazer sucesso na TV com a série “Rawhide” e já era muito conhecido quando foi convidado para uma participação especial num episódio de “Mr. Ed”, intitulado “Clint Eastwood Encontra Mister Ed” que foi ao ar no dia 22 de abril de 1962.
Como pode ser visto no vídeo acima, Clint não chegou a contracenar com Allan Rocky Lane porque o cavalo Ed só ‘falava’ com seu próprio dono Wilbur Post (o ator Alan Young), quando não havia ninguém por perto. Mas Clint chegou a montar em Ed e ainda levou Wilbur, sua esposa Carol (Connie Hines) e os vizinhos (Larry Keating e Edna Skinner) para participar de um programa de TV, programa esse dirigido por Clint Eastwood. No episódio se vê o futuro Estranho Sem Nome já ensaiando os primeiros passos na direção... Outra presença conhecida em “Clint Eastwood Encontra Mister Ed” é a de Kathleen Freeman. Se Clint Eastwood não chegou a contracenar com Rocky Lane, que certamente foi um dos seus ídolos de infância, pelo menos trabalharam juntos. Clint como Clint e Rocky Lane como a voz de Mr. Ed. E que voz extraordinária. Rocky Lane era mesmo um mocinho completo, assim como Clint Eastwood!

4 de abril de 2011

MISSÃO AUDACIOSA ( Escort West) PARA VICTOR MATURE

Na década de 50, após o fim das séries de B-Westerns e a migração dos mocinhos para a TV (entre eles Roy Rogers, Hopalong Cassidy, Gene Autry), os estúdios supriram a falta desses faroestes com outros de pequeno orçamento também rotulados como B-Westerns. Eram filmes com duração máxima de 80 minutos com pelo menos um ou dois nomes famosos no elenco e dirigidos por diretores que se especializaram nesse tipo de produção. Por vezes o resultado era acima da média e alguns desses B-Westerns se tornaram verdadeiramente clássicos, como a série dirigida por Bud Boetticher e interpretada por Randolph Scott. Entre os vários atores que mais cavalgaram pelos “Bs” estão Audie Murphy, Rory Calhoun e George Montgomery. Astros em decadência também encontravam trabalho nesses filmes, como aconteceu com Victor Mature em “Missão Audaciosa” (Escort West), 1958, dirigido por Francis D. Lyon. O filme conta a história de um ex-oficial confederado (Mature) e sua filha (Reba Waters) que ao fim da Guerra Civil, viajam para o Oregon em busca de uma nova vida. No caminho Mature resgata duas irmãs (Elaine Stewart e Faith Domergue) sobreviventes de um ataque do índios. Um pelotão do Exército da União se encarrega de ajudar as irmãs na sua viagem mas acaba criando dificuldades ainda maiores, não bastassem os índios que tentam incessantemente liquidar com todos os brancos. Victor Mature em sucessivos atos de bravura junto aos soldados nortistas e consegue, afinal, exterminar o grupo de índios.

Victor Mature protegendo Faith Domergue, Elaine Stewart
e sua filha (no filme) Reba Waters
Western repleto de ação e com muitas reviravoltas em roteiro escrito por Leo Gordon que também interpreta um sargento yankee sem escrúpulos que trai os próprios companheiros. O elenco é uma atração à parte pois é composto por inúmeros nomes conhecidos como Noah Beery Jr., Harry Carey Jr., Slim Pickens, Roy Barcroft, Ken Curtis, Syd Saylor, John Hubbard e Chuck Hayward. Presença marcante também do veteraníssimo Rex Ingram, o ‘Gigante Negro’ de “As Mil e Uma Noites”. Cinematografia em branco e preto de William H. Clothier, responsável pela fotografia dos últimos westerns de John Ford, entre eles o belíssimo “Marcha de Heróis”. Victor Mature, perfeito nas cenas de ação, demonstra claramente em “Missão Audaciosa” sua limitação como ator, levando o espectador a refletir como pode John Ford extrair tão magnífica atuação de Mature como ‘Doc Holliday’ em “Paixão dos Fortes”. Entre as diversas cenas emocionantes escritas por Gordon e dirigidas por Francis D. Lyon, deve ser ressaltada aquela que Victor Mature escapa da morte certa pegando uma serpente com seu casaco confederado e joga a víbora no rosto de um índio. As duas principais atrizes, Elaine Stewart e Faith Domergue, lutam para aparecer um pouco mais neste western em meio a tantos soldados e índios. A muito bonita Faith Domergue teve uma história incomum no cinema, pois ainda adolescente, enfeitiçou o excêntrico milionário Howard Hughes, com quem assinou contrato aos 17 anos. Hughes tutelou sua carreira assim como havia feito com Jane Russell. Escapando das garras de Hughes, Faith Domergue casou-se com o argentino Hugo Fregonese por quem foi dirigida uma única vez. A partir daí sua carreira oscilou entre B-Westerns e Sci-Fi. Após “Missão Audaciosa” essa enigmática morena passou a dedicar-se mais à TV. Para quem morre de saudade daqueles pequenos westerns sem maiores compromissos das matinês dos domingos à tarde, “Missão Audaciosa” é um excelente programa, ainda que não tenhamos como mocinho Roy Rogers, Rocky Lane ou Hopalong Cassidy. Mas esperem aí... Victor Mature não deixa de ser um dos nossos eternos heróis!

QUADRILHAS DOS WESTERNS (II) - O BANDO DE "O HOMEM DO OESTE"

Anthony Mann dirigiu alguns dos melhores westerns do cinema, um deles, “O Homem do Oeste” (Man of the West), com Gary Cooper. Nesse filme Cooper passa por alguns dos piores momentos da sua carreira ao se defrontar com uma quadrilha chefiada por seu tio Lee J. Cobb. Especialista em interpretar papéis odiosos, como o gangster ‘Johnny Friendly’ em “Sindicato de Ladrões”, Lee está repulsivo em “O Homem do Oeste”, um diabólico patriarca do crime exalando maldade por todos os poros. E faz tremer todos homens de seu bando: Jack Lord, John Dehner, Royal Dano e Robert Wilke. O ator Jack Lord trocou o cinema pela TV onde virou mocinho na série “Stoney Burke” (sobre rodeio) e depois no grande sucesso “Hawaii Five-0”, e está perverso neste filme de Anthony Mann, torturando com enorme prazer o infeliz Arthur O’Connell. John Dehner, normalmente um vilão violento, tem uma dose de contida maldade sempre pronta a explodir contra seu primo Gary Cooper. Royal Dano é surdo, mudo e abobado com olhar psicótico e um dedo pesado no gatilho. Robert Wilke ávido para receber ordem de Lee J. Cobb para matar. Porém Lee J. Cobb supera a todos com seu sadismo sem limites, especialmente quando a sensual Julie London é torturada física e mentalmente sob o olhar de Gary Cooper, que está sob a mira de revólver, assistindo à cena. Outra cena de extrema violência é quando Gary Cooper surra Jack Lord e o despe, deixando-o de ceroulas. Cooper e Julie London não pertencem à quadrilha mas o passado de cada um também os condena. Mann pode ter o mérito de construir a atmosfera apropriada, mas a maldade desse grupo de homens transforma a cabana em que se desenrola a ação num dantesco inferno no qual o diabo é o próprio Lee J. Cobb.

3 de abril de 2011

"NINGUÉM MEXE NO MEU NARIZ!", RESPONDEU O ESTREANTE LEE VAN CLEEF

Lee Van Cleef estreou no cinema como Jack Colby, um dos bandidos que querem matar o Marshal Will Kane, em "Matar ou Morrer". O produtor Stanley Kramer contratou Lee (Clarence Leroy Van Cleef Jr.) após vê-lo atuar na peça "Mr. Roberts" e reservou para ele o papel do Deputy Marshal Harvey Pell em "High Noon", que seria dirigido por Fred Zinnemann. Havia um problema: Kramer entendeu que o nariz aquilino de Lee Van Cleef deveria passar por uma pequena cirurgia para dar ao ator uma imagem que seria melhor aceita pelas platéias. Lee se recusou terminantemente a atender ao produtor, dizendo que jamais alteraria sua fisionomia. Stanley Kramer então alterou a participação de Lee no filme, que passou para o lado oposto da lei, virando bandido. Quem ficou com a parte do ajudante de Gary Cooper foi Lloyd Bridges que como Harvey Pell tem um papel bastante destacado, enquanto Jack Colby não teve uma única fala sequer. Mas bastou para Lee ser a primeira imagem na abertura de "Matar ou Morrer", ao som de "Do not Forsake me", cantada por Tex Ritter... Ninguém jamais esqueceu daquela impressionante cara de cobra com um nariz que ajudava a torná-lo ainda mais ameaçador. E foi assim, sem nenhuma cirurgia plástica que Lee Van Cleef fez incontáveis papéis de vilão e conquistou o restante do mundo cinematográfico como o Coronel Douglas Mortimer de "Por uns Dólares a Mais", em, 1965 e depois, em 1966 como Sentenza em "Três Homens em Conflito", ambos de Sérgio Leone. Pensando bem, quanta ousadia de Stanley Kramer em querer mexer naquele nariz que juntamente com o par de olhos mais ameaçador do cinema iriam fazer de Lee Van Cleef um dos maiores vilões de todos os tempos.

TOP-TEN WESTERNS DO CINÉFILO JURANDIR BERNARDES DE LIMA


Jurandir Bernardes de Lima é um dos mais fiéis seguidores do Blog Cinewesternmania e profundo conhecedor de cinema em geral e do gênero western em particular. Atendendo pedido do blog o bahiano Jurandir relacionou os dez melhores westerns que o cinema já produziu. Confiram abaixo:

 1 - Da Terra Nascem os Homens (The Big Country), 1957 - William Wyler
 2 - Os Brutos Também Amam (Shane), 1953 - George Stevens
 3 - Duelo ao Sol (Duel in the Sun), 1946 - King Vidor
 4 - Rio Vermelho (Red River), 1948 - Howard Hawks
 5 - Matar ou Morrer (High Noon), 1952 - Fred Zinnemann
 6 - A Face Oculta (One-Eyed Jacks), 1960 - Marlon Brando
 7 - Onde Começa o Inferno (Rio Bravo), 1959 - Howard Hawks
 8 - Rastros de Ódio (The Searchers), 1956 - John Ford
 9 - Sete Homens e Um destino (The Magnificent Seven), 1960 - John Sturges
10 - A Árvore dos Enforcados (The Hanging Tree), 1959 - Delmer Daves

A DINASTIA HUSTON

Em Hollywood sempre houve muitas tentativas entre grandes astros de encaminhar os filhos para o cinema. Joel McCrea/Jody McCrea; John Wayne/Pat Wayne; Lloyd Bridges/Jeff e Beau Bridges; Robert Mitchum/Jim Mitchum; Kirk Douglas/Michael Douglas; Harry Carey/Harry Carey Jr.; Glenn Ford/Peter Ford; John Carradine/David, Keith e Robert Carradine; Will Rogers/Will Rogers Jr., são alguns exemplos e quanto mais forçarmos a memória, mais nomes iremos encontrar. Uma das mais bem sucedidas ‘dinastias’, se assim pudermos chamar as heranças artísticas, foi sem dúvida a de Henry Fonda, que viu a filha Jane Fonda, o filho Peter Fonda e a neta Bridget Fonda (filha de Peter) sustentarem, em três gerações o nome 'Fonda' em evidência nas telas. A família arrebatou três Oscars, dois com Jane e um com Henry Fonda.  Mas há uma ‘dinastia’ em Hollywood que também atingiu a terceira geração, porém todas elas premiadas com o Oscar. E tudo começou com Walter Huston que após grandes interpretações no cinema e muitas indicações foi escolhido pela Academia como o Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em “O Tesouro de Sierra Madre”, dirigido por seu filho John Huston. A neta de Walter Huston, Anjelica Huston também ganhou um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua interpretação em “A Honra do Poderoso Prizzi”, coincidentemente também dirigida por seu pai John Huston. Mas quem mais levou o prêmio para casa foi mesmo John Huston, primeiro como Diretor e como Roteirista de “O Tesouro de Sierra Madre” e um terceiro Oscar, desta vez como Melhor Ator Coadjuvante por “O Cardeal”, em 1963. Reconhecidamente um dos maiores diretores de todos os tempos, John gostava de atuar e certa vez declarou: “Eu me divirto bastante e os desgraçados pagam a mesma coisa como se eu estivesse dirigindo...”.  Todos os três Hustons deixaram suas marcas nos westerns: Walter Huston inesquecível em “Duelo ao Sol”, “Agora ou Nunca”, “O Proscrito”, “Almas em Fúrias” e “Law and Order”. John, por sua vez, dirigiu o esplêndido “O Passado não Perdoa”, além de “A Glória de um Covarde” e ainda “Roy Bean, o Homem da Lei”. E Anjelica já interpretou ‘Calamity Jane’ em “As Últimas Pistoleiras” (Buffalo Girls) e recentemente foi vista em “À Procura da Vingança”, violento western com Pierce Brosnan e Liam Neeson. Mas certamente sua melhor interpretação num faroeste foi em “Os Pistoleiros do Oeste”, a belíssima mini-série rodada em 1988. A Dinastia Houston é uma prova que vale à pena dar uma forcinha para os filhos, embora haja tanto nepotismo em vão no cinema...

MARVELOUS DORIS DAY

Hoje, 3 de abril, Doris Day completa 87 anos.
Há quase sete décadas ela encanta o mundo com a doçura
da sua voz e classe de extraordinária cantora.
Há exatos 63 anos ela fez seu primeiro filme e por mais
de 20 anos fez o mundo mais feliz com sua graça,
elegância e incrível talento como atriz.
Doris esteve presente nos sonhos de milhões de fãs
que alimentavam a doce ilusão de poder chegar
perto dela, tocá-la e (sonhos!) até beijá-la.
Doris foi e ainda é amada por aqueles que nunca a esquecem.
Parabéns, Doris "Sweet" Day.

1 de abril de 2011

REVISTA PARDNER, A MELHOR REVISTA SOBRE WESTERN DO BRASIL

A revista PARDNER teve 27 números editados e foi considerada
por muitos a melhor revista sobre westerns do Brasil.
Confira se isso era verdade acessando o blog REVISTA PARDNER
no endereço abaixo:
http://pardnerwestern.blogspot.com/